Dicas de Saúde

A pirâmide alimentar

A nova pirâmide alimentar proposta pelo norte-americano Walter C. Willit é baseada em alimentos funcionais, ou seja, em alimentos que exercem funções importantes além da nutrição, como a diminuição do colesterol, a prevenção do câncer, entre outras. A base da nova pirâmide é a prática de atividade física com freqüência e o controle do peso. Depois, acima, vêm os cereais integrais, que com sua grande quantidade de fibras, auxilia no processo digestivo. Ao lado estão os óleos de soja, milho e canola, além do azeite, que são capazes de aumentar o colesterol bom, o LDL, e reduzir o HDL. Ainda na ordem de baixo para cima, temos em seguida as verduras, legumes e frutas, que são essenciais a alimentação diária e fornecedoras de vitaminas, minerais e fibras. Subindo um pouco mais, encontramos as frutas oleaginosas e as leguminosas, que são fontes de vitaminas, minerais e proteínas, além de terem poder antioxidante. Em seguida estão os peixes, as aves e os ovos, que são fontes de proteína. O ovo, inclusive, já é considerado um alimento anti-anêmico.

Ainda mais acima, se propõe uma suplementação de cálcio, já que os laticínios, por obterem alto teor de gordura saturada, estão contra-indicados nessa pirâmide.

Leites desnatados e seus derivados não chegam a oferecer risco ao aumento de peso, e devem ser considerados excelentes fontes de cálcio. E no topo da pirâmide estão os alimentos que devem ser consumidos esporadicamente, como o arroz, as massas, a batata e o pão branco, os doces, que sofrem o processo de refinação e por isso perdem seus nutrientes, além de serem hipercalóricos. Junto com os refinados estão a manteiga e a carne vermelha, que são alimentos indigestos e ricos em gordura saturada. Há muitas controvérsias sobre a nova pirâmide. Muitas críticas e argumentações e muitas opiniões favoráveis, também. No Brasil ainda não há recomendações para se seguir a dieta da nova pirâmide alimentar.

Fonte: BemStar
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