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Coamo Agroindustrial Cooperativa | Edição 375 | Agosto de 2008 | Campo Mourão - Paraná

Fatos & Fotos

Dr. Aroldo toma posse no Conex

Presidente da Coamo representa os setores Cooperativa e Agronegócio na Câmara de Comércio Exterior, em Brasília

A Câmara de Comércio Exterior (Camex), órgão integrado por sete ministérios do governo federal, empossou no dia 30 de julho os novos membros para o biênio 2008/10 no Conselho Consultivo do Setor Privado (Conex). Ao todo, são 20 representantes de segmentos da produção, importação, exportação e trabalho – com mandatos pessoais e intransferíveis. O diretor-presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini, aceitou o convite formulado pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Miguel Jorge, e foi empossado como representante no Conex dos setores Cooperativa e Agronegócio.

Gallassini participou em Brasília, da primeira reunião do ano do Conselho Consultivo do Setor Privado (Conex), coordenada pelo ministro Miguel Jorge, que debateu importantes assuntos referente ao comércio exterior. “É uma satisfação muito grande participar do Conex, que é um órgão importante e composto por lideranças de vários segmentos do país, como produção, importação, exportação e trabalho”, considera.

Os novos membros do Conex reúnem-se a cada três meses para apresentar sugestões ou petições e assessorar o Comitê Executivo de Gestão (Gecex), por meio de elaboração e encaminhamento de estudos e propostas para o aperfeiçoamento da política de comércio exterior.

Integram o Conex para o período 2008/10 os seguintes membros e suas respectivas entidades: Antonio Carlos Rego Gil (Brasscom), Alberto Ercílio Broch (Contag), Armando Monteiro Neto (CNI), Carlos Mariani Bittencourt (Abiquim), Denise Gomes (Bossa Nova Films), Edélcio Vigna de Oliveira (Inesc), Elizabeth Maria Barbosa de Carvalhaes (Bracelpa), Henrique Rzezinski (Embraer), José Aroldo Gallassini (Coamo), José Carlos Pinheiro Neto (Anfavea), Josué Christiano Gomes da Silva (Coteminas), Luiz Aubert Neto (Abimaq), Marcelo Odebrecht (Norberto Odebrecht), Marcos Sawaya Jank (Única), Maria da Glória Rodrigues Câmara (Consultora de Comércio Exterior), Maurício Elísio Martins Loureiro (Cieam), Pedro de Camargo Neto (Abipecs), Richard Klien (Multi-terminais), Roberto Giannetti da Fonseca (Funcex) e Roger Agnelli (Vale).

Prêmio Ocepar de Jornalismo

Quarenta e cinco profissionais de imprensa da região Centro-Oeste, juntamente com dirigentes da Ocepar, Sicredi e Unimed, prestigiaram dia 21 de agosto, em Campo Mourão, o lançamento do 5º Prêmio Ocepar de Jornalismo. Com o tema “Cooperativismo que gera emprego, renda e desenvolvimento de pessoas: orgulho do Paraná”, o prêmio faz parte do marketing institucional do cooperativismo paranaense. O coordenador de Comunicação da Ocepar, Samuel Milléo Filho, ao abrir o evento, falou sobre o crescimento do prêmio nos últimos anos. Só em 2007, segundo ele, foram 62 trabalhos inscritos, 47% a mais que no ano anterior. Em 2008, nas categorias Jornalismo Impresso, Mídia Cooperativa, Televisão, Rádio e Internet, o montante de premiação chega a R$ 51 mil. “O lançamento regional visa divulgar a iniciativa e fomentar ainda mais a participação”, comentou Samuel.

Os trabalhos já publicados na imprensa neste ano que estejam adequados ao tema também podem ser inscritos até o dia 1º de novembro. Os vencedores serão conhecidos no dia 5 de dezembro, durante evento do cooperativismo paranaense, em Curitiba.

Declaração do ITR 2008

A Receita Federal do Brasil (www.receita.fazenda.gov.br) publicou a IN RFB nº 857, de 14/07/2008 que dispõe sobre a apresentação da Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) referente ao exercício de 2008. O programa e o formulário já estão a disposição dos produtores rurais, que devem procurar os sindicatos rurais para receber orientações e ajuda no preenchimento e entrega da declaração do ITR 2008 e do Ato Declaratório Ambiental (ADA) do Ibama. (Imprensa Faep)

Balanço da ferrugem

As perdas estimadas em grãos com a ferrugem da soja nesta safra, foram da ordem de 418,5 mil toneladas, representando menos de 1% da produção nacional, conforme dados analisados durante reunião do Consórcio Antiferrugem, realizada no dia 26 de junho em Londrina. Financeiramente, a perda em grãos representa um prejuízo de US$ 204,5 milhões. A média nacional de aplicações de fungicidas foi estimada em 2,2 aplicações por hectare, o que resultou em um custo total de US$ 1,97 bilhão para controle da ferrugem asiática.