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Coamo Agroindustrial Cooperativa | Edição 375 | Agosto de 2008 | Campo Mourão - Paraná

Pesquisa

Coamo na cabeça dos paranaenses

Pesquisa de opinião espontânea feita pela Ocepar e PUC-PR revela o que pensa o público urbano do Paraná sobre a Coamo

“O que os paranaenses conhecem sobre as cooperativas”. Este foi o tema de uma pesquisa de opinião, encomendada pelo Sistema Ocepar e realizada pelo Instituto Superior de Administração da Escola de Negócios da Pontifícia Universidade Católica (PUC-PR). Os objetivos da pesquisa, desenvolvida entre os dias 6 de maio a 2 de junho, foi avaliar o conhecimento da população urbana do Paraná em relação às cooperativas e identificar hábitos de mídia.

Para a amostra, foram entrevistadas 814 pessoas, em 45 municípios paranaenses. Entre os ouvidos, 62,4% de mulheres e 37,6% de homens. A pesquisa foi feita por telefone e um dos critérios para a participação era do entrevistado não ter qualquer ligação com o meio rural ou cooperativista. “Pensávamos que um pequeno percentual dos paranaenses conheciam o sistema. No entanto, verificamos que três em cada quatro entrevistados, ou seja, 75% deles, demonstraram algum entendimento sobre o cooperativismo”, comemora José Roberto Ricken, superintendente da Ocepar. O executivo divulgou os principais números levantados pela pesquisa durante as reuniões dos Núcleos Cooperativos da Ocepar, que envolvem os dirigentes das cooperativas paranaenses. “Vamos repetir a pesquisa por cinco anos seguidos para chegarmos a um número que represente efetivamente a opinião do público urbano sobre o sistema. Assim, podermos analisar qual é a importância das cooperativas para as comunidades”, adianta Ricken.

Coamo é a mais citada – Um total de 104 cooperativas foi citado na pesquisa. E a Coamo aparece em primeiro lugar entre as mais lembradas. “O resultado representa o pensamento do consumidor final em várias regiões do Paraná. É uma demonstração clara de que a Coamo investe na imagem dela, principalmente através de seus produtos jornalísticos, do apoio da grande mídia e das campanhas publicitárias realizadas. E este fator é fundamental para que o consumidor fique sabendo do trabalho que a Coamo faz, da importância que ela tem e dos produtos que a cooperativa mantém no mercado”, destaca Ricken.

Margarina e óleo de soja – Sobre o item que tratou do hábito de compra dos produtos das cooperativas paranaenses, 7,6% dos entrevistados revelaram que a margarina Coamo faz parte da lista de compras nas visitas aos supermercados. A margarina Coamo aparece em 4º lugar entre as marcas mais utilizadas pelo público urbano do Paraná, com 7,6% da preferência.

O óleo de soja Coamo também foi lembrado na pesquisa. Em todo o Estado 21% das marcas de óleo de soja mais consumidas é da Coamo. Na região Sudoeste este número sobe para 39% da preferência dos consumidores.

Avanço na gôndola – Para o superintendente da Ocepar, as cooperativas paranaenses têm muito a avançar no mercado de auto-serviço. “Nós representamos 56% de tudo o que se produz no Estado. Agora, na gôndola do supermercado, ainda temos muito a crescer. Estamos ocupando 30% da nossa capacidade e podemos chegar a 70%. Temos potencial para crescer”, garante Ricken, afirmando que o consumidor pode ficar tranqüilo, “pois nós sabemos de onde vem o nosso produto; nós conhecemos o cooperado e a família dele; que tecnologia ele usa; o sistema de produção dele; como é armazenada, transportada, industrializado e como é distribuída a produção do campo. Então, conhecemos a origem do nosso produto e podemos garantir a qualidade dele”.

Núcleo Norte/Noroeste em Ubiratã

Os dirigentes das cooperativas do Norte e Noroeste, entre eles da Coamo, se reunirem no dia 23 de julho em Ubiratã (Centro-Oeste do Paraná). Um total de 100 pessoas participaram do evento, representando 17 cooperativas de diversos ramos. Da Coamo, estiveram no encontro o diretor-secretário, Dr. Ricardo Accioly Calderari; o membro vogal do Conselho de Administração Nelson Teodoro de Oliveira e o conselheiro fiscal, Vicente Mignoso.

Preocupações – O presidente da Ocepar comentou sobre a preocupação com o fantasma da volta inflacionária ao país e sobre o peso da carga tributária que preocupa as cooperativas. “Precisamos nos preparar para qualquer mudança na economia, nos prepararmos para tempos difíceis. Esta preparação passa pela informação de como o mundo está se comportando e, por isso, trouxemos para essas reuniões de núcleos um especialista, o professor Antoninho Caron, para falar a todos sobre a conjuntura econômica mundial e no Brasil”, destacou Koslovski.

Mudanças – Durante o encontro, o superintendente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, apresentou a nova sistemática de funcionamento dos trabalhos que serão desenvolvidos pelo sistema. Ricken falou da integração que está sendo promovida entres os profissionais das três gerências: Desenvolvimento Humano, Desenvolvimento e Autogestão e Técnica e Econômica. “Nosso objetivo é centralizar o atendimento às cooperativas paranaenses, fazendo com que as equipes de técnicos visitem de forma conjunta as cooperativas, para isso, cada gerência colocará um profissional para atuar em cada uma das regiões do estado”, frisou Ricken. (Com informações do Paraná Cooperativo).