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Coamo Agroindustrial Cooperativa | Edição 397 | Agosto de 2010 | Campo Mourão - Paraná

Manutenção

Pulverizadores bem regulados

Programa TA da Coamo intensifica inspeção dos equipamentos visando melhorar performance das aplicações

Desde o lançamento do Programa Coamo de Tecnologia de Aplicação de Defensivos Agrícolas (TA), há cerca de seis anos, a cooperativa vem realizando um amplo trabalho de inspeção de pulverizadores. A proposta é verificar e ajustar o máximo possível de pulverizadores de olho, sobretudo, nas falhas proporcionadas pelas pontas de pulverização (bicos). O objetivo é atingir o máximo de eficiência na aplicação de produtos químicos, evitando desperdícios e diminuindo os riscos para quem realiza o trabalho.

O agrônomo Gilberto Guarido, do Detec da Coamo em Campo Mourão, responsável pela tabulação dos dados do programa, lembra que a Coamo sempre se preocupou com a qualidade da aplicação de agroquímicos. “Somente neste ano mais de 700 equipamentos foram inspecionados em toda área da cooperativa”, revela.

Com a modernização da agricultura, é fundamental que os produtores mantenham os equipamentos em dia para não deixar o lucro simplesmente evaporar. “Claro que se for novo é mais fácil, mas existem muitos pulverizadores antigos que estão em dia com a regulagem e funcionando perfeitamente. Pulverizador sem manutenção é dinheiro jogado fora”, entende Gilberto.

PERDAS CONSIDERÁVEIS – São inúmeros os itens do pulverizador, que quando não observados, podem somar perdas para o produtor. E o principal deles, observa Guarido, são os bicos. Ele explica que produto jogado a mais, ou a menos, é prejuízo na certa. Por isso, é importante medir com precisão a vazão dos bicos, por onda passa todo o investimento com defensivos. “O volume de produtos que passa pelo pulverizador é muito grande e representa boa parte do custo da lavoura. Daí a necessidade de ter o equipamento sempre em perfeitas condições para não ter prejuízo, uma vez que é do pulverizador que vai sai à boa ou má qualidade da aplicação”, comenta.

O agrônomo reforça que a identificação e substituição dos bicos ruins; a eliminação de erros em espaçamento entre pontas e, principalmente a utilização de bicos diferenciados e adequados para cada aplicação necessária, seja ela de herbicida, fungicida ou dessecação, são os principais aspectos a serem observados, para o bom desenvolvimento do trabalho no campo com o melhor custo benefício possível. “A ideia é tirar o máximo de aproveitamento do funcionamento do equipamento, a fim de diminuir os custos e aumentar a condição de produtividade das plantas”, finaliza.

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