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Coamo Agroindustrial Cooperativa | Edição 417 | Agosto de 2012 | Campo Mourão - Paraná

Maracaju

A mais nova unidade da Coamo no MS

A torcida para que a Coamo se instalasse em Maracaju (Mato Grosso do Sul) era grande e um sonho antigo de muitos produtores, em especial daqueles que deslocavam até o município de Caarapó para levar a produção e efetuar negócios com a cooperativa. Após estudos e análise da região, a diretoria da Coamo colocou este ano em assembléia geral para apreciação do quadro social os investimentos para ampliação das atividades em Maracaju e Dourados.

Em Maracaju, a cooperativa começou a funcionar na primeira quinzena de julho com o recebimento de milho safrinha cujos volumes já superaram 800 mil sacas. Para a região de Dourados, a diretoria prevê que na próxima safra de verão os produtores poderão entregar a produção nos armazéns da cooperativa.

O gerente do entreposto de Maracaju, José Sales Saraiva, que estava anteriormente em Abelardo Luz (SC), conta que há muito tempo o produtor da região de Maracaju conhece a Coamo, por conta do reconhecimento nacional da cooperativa e das sementes comercializadas na região. “A qualidade das sementes de soja Coamo é muito forte aqui e o nome Coamo também, pois Maracaju conhece a história da cooperativa,” Segundo Saraiva, a expectativa dos produtores de uma forma geral é muito grande. “Já estamos atendendo com o recebimento de milho safrinha e há um grande número de produtores em processo de admissão como novos cooperados da Coamo em Maracaju”, explica.

PRODUÇÃO – Os números confirmam o bom início dos trabalhos da Coamo em Maracaju. Saraiva revela que a previsão é receber cerca de um milhão de sacas de milho safrinha e atingir a capacidade operacional das instalações. “O recebimento poderia até ser maior, mas com a capacidade atual já estamos superando as nossas metas iniciais.”

Outro aspecto positivo que o gerente ressalta é o fato dos produtores já estarem inseridos no cooperativismo há muito tempo. “A maioria dos produtores são de origem do Sul do Brasil e conhecem ou estão no cooperativismo. Com a Coamo isso vai se fortalecer ainda mais, pois eles já conhecem tudo que a Coamo tem para oferecer. Com isso, o interesse e a adesão tem sido expressiva se considerarmos o pouco tempo de presença da Coamo na região”, considera.

Expectativa positiva dos produtores

O desenvolvimento tecnológico dos produtores de Maracaju é motivo de destaque na agricultura nacional. Considerada a capital da integração lavoura pecuária do MS, a cidade conta com um importante instituto de pesquisa, a Fundação MS, que permite o constante aperfeiçoamento na região, e também com presença forte da colonização holandesa que trouxe tecnologia à agropecuária.

O produtor Jovenal de Oliveira Dias, que desde 1988 está em Maracaju, foi um dos primeiros a entregar milho safrinha nos armazéns da Coamo que vem registrando grande movimentação de caminhões para o recebimento da produção do cereal. O produtor que pratica alta tecnologia na condução das lavouras afirma que a chegada da Coamo em Maracaju é muito positiva. Sem receios, ele diz que a cooperativa favorecerá ainda mais a troca de informações no campo e o desenvolvimento da pesquisa. “Aqui em Maracaju a tecnologia é bem avançada e o trabalho de assistência técnica da Coamo será excelente para nós.”

Desde 2003 ele adquire sementes com a marca Coamo, primeiro de Campo Mourão e depois de Caarapó. Destaca que são muitos os benefícios que a Coamo promove para os associados. “Entre esses benefícios estão os bons preços de comercialização com pagamento à vista e a tradição e segurança de uma cooperativa séria como a Coamo”, considera.

Presente na região de Maracaju há 24 anos – veio do Rio Grande do Sul – Jovenal Dias comenta que escolheu a região para plantar e desenvolver a profissão de agricultor pelo potencial e nível tecnológico. O produtor cultiva 1.400 hectares de lavoura. No verão, planta soja e no inverno milho safrinha e aveia. “As terras de Maracaju são muito produtivas. Quem um dia bebe dessa água, volta”, destaca.