Cooperados
comemoram 10 anos da Coamo no Oeste do Paraná
BENEFÍCIOS
GERADOS PELA COOPERATIVA EM UMA DÉCADA CONTRIBUÍRAM
PARA O RESGATE E FORTALECIMENTO DO COOPERATIVISMO, IMPULSIONANDO
PRODUTIVIDADES E RENDA AOS AGRICULTORES

Na safra 1994/95 os
produtores da região Oeste do Paraná tiveram o primeiro
contato com a Coamo e uma excelente oportunidade para conhecer,
avaliar os serviços e a política de trabalho da cooperativa.
Hoje, após dez anos da chegada da Coamo, que culminou com
a instalação e funcionamento de entrepostos em Toledo,
Vila Nova, Dez de Maio, São Pedro do Iguaçu, Ouro
Verde do Oeste, Nova Santa Rosa, Tupãssi e Bragantina, as
expectativas iniciais foram superadas, para satisfação
dos 2.535 cooperados na região. A atuação da
cooperativa está em franca expansão com grande participação
dos cooperados que entregaram ao longo de uma década mais
de 3 milhões de toneladas de produtos. Com estruturas modernas
e funcionais a cooperativa presta serviços de qualidade que
vão ao encontro das necessidades dos produtores, através
de uma equipe de mais de 300 funcionários.
“Além da prestação de serviços
aos nossos cooperados, a Coamo também tem o orgulho de estar
colaborando para o desenvolvimento e progresso dos municípios
da região Oeste, através da geração
de empregos, tributos, renda e qualidade de vida”, diz o presidente
da Coamo, José Aroldo Gallassini. Segundo ele, o trabalho
realizado pela cooperativa na região foi diferente. “Praticamente
começamos do zero. Mostramos aos produtores o que era a Coamo
e a sua filosofia de trabalho, bem como a importância de um
cooperativismo de resultados, que beneficia diretamente milhares
de pessoas. Os produtores foram entendendo a nossa filosofia e acreditando
na Coamo. Assim, foram participando cada vez mais da cooperativa.
Estamos felizes com os resultados conquistados pela Coamo nesta
primeira década de atuação no Oeste, porque
mais uma vez está comprovado que cooperativismo praticado
com seriedade, transparência e profissionalismo representa
um instrumento fantástico para o desenvolvimento econômico
e social não só dos cooperados e familiares, mas também
de toda uma coletividade”, destaca.
SATISFAÇÃO – “O panorama
da nossa agricultura hoje é outro, a chegada da Coamo mudou
a vida dos agricultores da região para melhor, da noite para
o dia. Evoluímos muito nesses 10 anos. Temos uma cooperativa
que podemos confiar, ela é como se fosse uma segunda casa
para nós pois a gente tem confiança. E uma confiança
de mão dupla onde todos ganham”. A afirmação
é do agricultor Rudi Wutzke, de Nova Santa Rosa, um dos primeiros
a se associar à Coamo, em 1995, e também na Credicoamo.
O pacote de benefícios que a Coamo colocou a disposição
dos produtores do Oeste para produzir e colher bem, e ter sucesso
na atividade, a exemplo do que aconteceu em outras regiões,
é um dos fatores que impulsionaram o cooperativismo de resultados
praticado pela cooperativa. Para o cooperado Hélio Della
Pasqua, de Vila Nova, a difusão de tecnologias com a rotação
de culturas e o plantio direto por parte da Coamo foram importantes
para aumentar as produtividades dos agricultores. Segundo ele, outro
motivo de alegria para os cooperados é o tratamento igualitário
que os produtores recebem. “Na Coamo é diferente. A
gente tem um tratamento de primeira, é difícil até
explicar, mas aqui a gente se sente em casa e o ano todo temos a
certeza de que não estamos sozinhos. Sou fiel a Coamo porque
ela é a minha casa e com ela todos ganham”.
A administração profissional e os bons resultados
obtidos pela Coamo tem revertido em dividendos para os produtores
associados da cooperativa. Com isso, a distribuição
de sobras que vem sendo tradicional desde a sua fundação
foi uma das novidades introduzidas pela Coamo no Oeste. O cooperado
Celso Miguel Pörshe, da comunidade São Miguel, em Toledo,
é um dos entusiastas quando se fala em participação
nos resultados. “A gente não tinha ouvido falar em
sobras antes. Com a chegada da Coamo, já no primeiro de ano
de trabalho com ela, recebemos proporcional a nossa movimentação.
A distribuição mudou o pensamento dos cooperados que
depois da vinda da Coamo comercializam a sua produção
durante o ano e aguardam ansiosos a antecipação de
sobras em dezembro e, depois, o complemento quando encerra o balanço
com um valor ainda maior. Os agricultores e também o comércio
esperam as sobras da Coamo como se fosse um 13º salário.
São muito bem-vindas. Dá um orgulho ver a nossa cooperativa
crescendo e indo bem, e a gente também, com saúde
e sucesso. Isso é uma maravilha, é bom demais”,
assegura.
“Com a Coamo tivemos acesso aos produtos de qualidade e o
fornecimento de insumos com variedades e boas opções
com entrega na hora certa. Além disso, a possibilidade de
aquisição de máquinas e implementos agrícolas
através de financiamentos também foi outra vantagem
que tivemos com a presença da Coamo na região”,
salienta o agricultor José Coltri Neto, de Tupãssi,
que foi o primeiro da família a se associar na cooperativa.
Seus quatro filhos Valter, Wilson, Gerson e Evanildo, integram a
nova geração de associados da família.
DELLA
PASQUA:
“Aqui todos evoluem e ganham”
Associado
desde a chegada da cooperativa em Vila Nova, o produtor Hélio
Della Pasqua, de Vila Nova está satisfeito com os benefícios
recebidos da Coamo. Morador há 39 anos no sitio Della
Pasqua, distante 10 quilômetros de Vila Nova, ele não
era agricultor e herdou do pai o jeito de lidar com a terra
quando da aquisição da propriedade de 87 hectares.
Hoje, Hélio cultiva em uma área de 152 hectares,
dos quais 104 com soja, 16 com milho; tendo ainda outros 16
com mata ciliar. “Já tinha ouvido muito sobre
a Coamo e lido sobre ela em revistas especializadas, como
a Globo Rural.Então, como já conhecia a cooperativa
e não tive dúvidas: fui um dos primeiros a me
associar na unidade de Vila Nova. Para minha alegria, o meu
filho Júlio também já é sócio.
Somos uma família que trabalha unida e tem na Coamo
a mão amiga que precisamos”, revela.
Della Pasqua não admite deixar a tecnologia de lado
e com o apoio da Coamo tem conquistado boas produtividades,
que em média giram em torno de 60 sacas de soja por
hectare e de 152 no milho. “Usamos tecnologia moderna,
não abrimos mão da rotação de
culturas e do plantio direto para preservar o solo e o meio
ambiente. Evoluímos muito com a assistência da
cooperativa e queremos progredir ainda mais. No caso do milho,
por exemplo, pretendemos atingir a média de 165 sacas
por hectare”, prevê.
CREDIBILIDADE – Para o cooperado, o
cooperativismo do Paraná passa por um excelente momento
e tem credibilidade, e a Coamo tem muito a ver com isso. “A
Coamo melhorou vida de todos nós. Foi a nossa salvação
e nos ajudou a evoluir, a crescer e plantar com confiança
colhendo boas produtividades. Além disso o doutor Aroldo
é um presidente competente e motivo de orgulho para
nós. Ele transmite confiança, transparência
e honestidade e se ele é honesto, nós também
temos que ser. E tem mais: a Coamo é simples como a
gente e organiza a nossa vida”, garante o produtor afirmando
que ser cooperado da Coamo é ter os pés no chão
e ser um agricultor feliz.
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PARCERIA DE SUCESSO
“A
chegada da Coamo foi um grande negócio para nós, motivo
de alegria não só para os agricultores mas para a
comunidade. Com ela a gente prospera e todos ganham”, define
Rudi Wutzke, cooperado da Coamo em Nova Santa Rosa desde o início
e também integrante do quadro social da Credicoamo, inaugurada
em dezembro do ano passado. Gaúcho de Novo Machado, próximo
a Santa Rosa, no Rio Grande do Sul, Wutzke que chegou na região
em outubro de 1959, lembra que a presença da Coamo mudou
a organização dos produtores da noite para o dia e
que a cooperativa representa uma segunda casa para os produtores.
“Desde o início tinha certeza que a Coamo daria certo
também aqui no Oeste. Com ela a gente tem confiança,
faz uma parceria de sucesso, onde cooperativa e cooperado ganham”,
afirma.
Outro motivo de satisfação está relacionado
a assistência técnica. Com média de 60 sacas
por hectare de soja, o cooperado diz que com o apoio da Coamo a
tecnologia na região mudou mais de 60%. “O produtor
estava carente e com a assistência da Coamo que é de
ótima qualidade, ele sentiu-se seguro. Antes da Coamo produzíamos
em torno de 40 a 50 sacas de soja por hectare; hoje estamos em níveis
de 57 a 61 sacas. Isso não acontece de uma hora para outra.
É fruto de planejamento, tecnologia. Nós apostamos
da assistência da Coamo e estamos ganhando a cada safra”,
disse.
O pagamento à vista da produção é outra
mudança bem aceita creditada a forma de trabalho da Coamo.
Segundo Wutzke antes os produtores esperavam de 2 a 3 dias para
receber a venda da produção. “Com a Coamo é
diferente, a gente recebe na hora e no meu caso acabo nem vendo
o dinheiro, pois deposito direto na minha conta na Credicoamo. Isto
é cooperativismo, é uma grande vantagem”.
De olho na tecnologia
Para o cooperado Celso Miguel Pörshe, da comunidade São
Miguel, em Toledo, fila é coisa do passado. Segundo ele,
com a modernização proporcionada pela Coamo ao longo
dessa década, nas suas unidades tudo ficou mais fácil
e com maior agilidade. “Este é um benefício
muito importante que precisamos valorizar, pois na época
de safra queremos entregar a maior quantidade de produto num curto
espaço de tempo. A Coamo é um nome muito forte e se
preocupa muito com isso, investiu em armazéns, secadores,
tombadores, enfim em tudo que precisava ser feito para agilizar
o recebimento”, afirma.
A comercialização da produção também
foi outro benefício considerável para os produtores
na região. Pörshe lembra que antes o mercado não
tinha preço e eles ficavam nas mãos de terceiros.
Hoje a situação é bem diferente, a Coamo regula
o mercado e tem papel importante no benefício direto aos
produtores que tem preço justo e de mercado. O cooperado
afirma que a Coamo veio para resgatar e dar credibilidade ao cooperativismo
e destaca a qualidade das sementes, a comercialização
e o pagamento da safra à vista.
Cultivando soja na maior parte dos seus 217 hectares, tem registrado
média de 63 sacas por hectare e no milho a sua produtividade
gira em torno de 123 sacas por hectare. Adepto das tecnologias,
o cooperado elogia o trabalho da assistência técnica
da cooperativa e a sua preocupação em mostrar as novidades
ao quadro social.
“Antes da Coamo tínhamos problema e hoje não.
O cooperativismo é o caminho certo para o nosso sucesso e
nos propicia muita coisa boa, como a segurança na entrega
da produção, o pagamento à vista, o fornecimento
dos insumos. Com a assistência da Coamo a gente não
precisa experimentar nada, porque ela faz isso para nós nos
dias de campo e no encontro anual na fazenda experimental. Temos
a certeza de sementes com qualidade, não precisamos fazer
teste de germinação, a Coamo faz por nós. Temos
segurança e garantia, e o privilégio de fazer parte
de time vencedor”, define.
FAMÍLIA COLTRI:
“Coamo é nossa base”
A história
da parceria do cooperado José Coltri Neto com a Coamo começou
no final dos anos 70, quando mesmo morando em Tupãssi, ele
tocava uma área de terras em Juranda, em matrícula
conjunta com seu irmão. Depois, foi para Tupãssi,
onde reside desde 1972. Atualmente administra uma área de
24 hectares no município.
Em 25 de abril de 1995 Coltri associou-se à Coamo e hoje
seus quatro filhos, para seu orgulho, também seguiram seu
exemplo. Junto com o pai, os filhos Valter, Wilson, Evanildo e Gerson
administram 847 hectares entre áreas próprias e arrendadas,
com produtividade média de 57 sacas de soja por hectare.
“Com o apoio da Coamo a nossa família evoluiu muito
e não sei o que teria sido da gente se não fosse esse
trabalho feito por ela. A Coamo é um sucesso e a gente também
cresceu muito. Não tínhamos assistência técnica
e com a sua vinda para cá tivemos acesso a tecnologia, a
novas variedades e o principal: voltamos a ter confiança
no cooperativismo. Sem contar que aqui na Coamo todos os cooperados
são tratados da mesma maneira, não tem ninguém
diferente”, relata Coltri Neto.
E quanto aos resultados do trabalho? Quem responde é o filho
Gérson, afirmando que são excelentes e compensa o
investimento. “A Coamo abriu as portas para nós e ajudou
a gente a crescer. Se não fosse ela não sei o que
seria de nós. Tenho certeza que a Coamo mudou a nossa vida
para melhor”, disse. “Ser cooperado da Coamo é
muito bom, é ter retorno garantido”, completa Walter,
outro filho.
Cooperativista há muitos anos, Coltri Neto lembra que já
recebia sobras na Coamo desde os tempos de Juranda, mas que em Tupãssi
a distribuição foi novidade a partir de 1995. “Eu
me recordo de outros produtores que quando receberam o cheque das
sobras pela primeira vez ficavam rindo à toa, sozinho, parecendo
não acreditar no que estavam vendo. Esse dinheiro das sobras
é bem-vindo e faz a diferença no final do ano”.
A credibilidade da Coamo e da Credicoamo ultrapassa fronteiras.
Exemplo disso está num fato comentado pelos filhos da satisfação
de comerciante de município vizinho em receber o cheque da
Credicoamo. Ele já tinha ouvido falar na Coamo e não
teve duvidas, disse “Esse eu aceito, esse cheque tem valor
e é aceito em qualquer lugar”.
Dia de celebrar o cooperativismo do Paraná
EM CURITIBA,
OCEPAR COORDENOU ENCONTRO ESTADUAL, QUE DEBATEU OS AVANÇOS
DO SISTEMA
Realizado no Cietep (sede da Fiep), em Curitiba, no dia 3
de dezembro, a versão 2004 do Encontro Paranaense de Cooperativistas
reuniu cerca de 1,2 mil pessoas ligadas ao sistema. Os ministros
da Agricultura, Roberto Rodrigues, e Aldo Rebelo, da Coordenação
Política, também estiveram no evento, acompanhados
por deputados estaduais e federais, além de secretários
de Estado e outras autoridades. A organização do encontro,
que teve como objetivo avaliar e comemorar as conquistas alcançadas
pelo setor em 2004 e definir ações de fortalecimento,
esteve por conta do Sistema Ocepar..
Ao falar
na abertura do encontro, o presidente da Ocepar, João Paulo
Koslovski, lembrou que o cooperativismo congrega mais de 1,7 milhão
de paranaenses. Ele também apresentou os indicadores que
revelam a potência econômica e social em que se transformaram
as cooperativas do Estado. “Juntas, elas terminarão
o ano com um volume de negócios para seus cooperados da ordem
de R$ 18 bilhões, o que representa 18% do produto interno
bruto do Paraná e que supera o próprio orçamento
estadual que para 2004 foi da ordem de R$ 14 bilhões”,
revelou. Os investimentos realizados, segundo ele, atingiram R$
800 milhões, dos quais R$ 500 milhões voltados ao
processo de agroindustrialização e R$ 300 milhões
em infra-estrutura, principalmente armazenagem.
No processo da agroindústria e exportações,
o cooperativismo do Paraná vem realizando um trabalho muito
importante para o País, para o Estado e principalmente em
defesa dos interesses de milhares de cooperados. “Neste ano,
apesar da desvalorização do dólar frente ao
real, vamos exportar US$ 1 bilhão, que representa mais de
50% do total das exportações das cooperativas brasileiras”,
comemorou o presidente da Ocepar.
ECONÔMICO E SOCIAL – O ministro Aldo
Rebelo disse que o cooperativismo brasileiro é “uma
atividade econômica viável, correta e socialmente vitoriosa”.
O discurso do ministro deixou claro a sua disposição
em apoiar o sistema. Rebelo recebeu uma homenagem da Ocepar.
HOMENAGEM DAS MULHERES – O ministro Roberto Rodrigues
recebeu uma homenagem especial, prestada pelas mulheres cooperativistas.
Ele falou do “momento complicado pelo qual passam alguns setores
da agricultura”. Disse, que estamos diante de uma “oferta
estrutural de alimentos que joga o preço para baixo”,
referindo-se ao trigo, a soja, o algodão, o milho e o arroz,
que devem registrar uma das maiores produções da história.
Contudo, explicou que o governo está atento e adotando as
medidas necessárias, contando com o apoio do Congresso Nacional,
para tentar reduzir os impactos negativos que possam surgir no próximo
ano.
TROFÉU OCEPAR – O presidente da Organização
das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopez de Freitas,
e o assessor do Ministério da Fazenda, José Geraldo
Fontelles, receberam o Troféu Ocepar, em reconhecimento ao
trabalho e empenho em prol da causa cooperativa. Ambos agradeceram
a honraria e a estenderam com a suas respectivas equipes.
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