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Coamo Agroindustrial Cooperativa | Edição 368 | Dezembro de 2007 | Campo Mourão - Paraná

Fim de Ano

Natal com mais dinheiro no bolso

Coamo antecipa R$ 21,6 milhões em sobras e faz alegria no fim de ano dos cooperados

Como faz todos os anos, a Coamo antecipou, no dia 11 de dezembro, parte das sobras que serão anunciadas pela cooperativa no primeiro trimestre de 2008, durante a Assembléia Geral Ordinária (AGO). O pagamento foi feito em dinheiro aos cooperados, simultaneamente, em cada um dos 53 municípios nos estados do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, onde a cooperativa mantém unidades. O valor do retorno foi de R$ 21,6 milhões, devolvido aos associados de acordo com a movimentação de cada um na co-operativa, através da entrega da produção das culturas da soja, milho e trigo, além do abastecimento de insumos. Neste ano, as sobras são consideradas as maiores de toda a história da Coamo.

Tradição – A antecipação das sobras faz parte da tradição da Coamo que, ao longo dos seus 37 anos de existência, vem distribuindo parte dos resultados ao final de cada exercício e promovendo a alegria de milhares de pessoas.

Aquecimento da economia – Para o presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini, a antecipação é um dinheiro extra e muito bem-vindo que irá “engordar” o Natal em família. “É uma tradição que vem sendo mantida na Coamo e muito comemorada pelos cooperados e familiares. Além de fazer a alegria da família cooperada, esse dinheiro também aquece e incrementa a economia nas regiões onde a Coamo atua. Trata-se de um grande acontecimento que é esperado o ano todo e é muito valorizado por todos: cooperados e familiares”, salientou.

Faturamento 25% maior – A Coamo projeta aumento de 25% no faturamento, que deve passar dos R$ 2,66 bilhões de 2006 para cerca de R$ 3,3 bilhões em 2007. O resultado foi melhor que o esperado, já que no início do ano as receitas estavam estimadas em R$ 3,1 bilhões, mas ainda não irão superar o recorde de 2004, quando chegaram a R$ 3,9 bilhões, por conta principalmente do câmbio. Dr. Aroldo Gallassini explica que o volume de produção deve chegar a 4,2 milhões de toneladas de grãos, ante 3,6 milhões de toneladas em 2006. “O resultado só não será melhor porque parte da colheita foi vendida antes da recuperação dos preços”, avalia. Segundo ele, um bom número de cooperados comercializou a soja por valores superiores a R$ 30 a saca. Com o milho, conforme Dr. Aroldo, também aconteceu isto. As médias de preços foram superiores a R$ 15 a saca.

Repercussão entre os cooperados

Os cooperados estão felizes com mais um ano de bons resultados e fizeram questão de comparecer em grande número nos entrepostos para receber sua parte a que fizeram jus no exercício de 2007. Edemir Motim, de Campo Mourão, diz que as sobras chegam em bom  momento e ajudam a garantir as festas de fim de ano “É um dinheiro que chega em boa hora. São a nossa alegria Com esse dinheiro o Natal em família vai ficar mais farto e a festa mais completa. Vou usar esse dinheiro extra para comemorar e presentear a minha família. Vale a pena movimentar o ano todo com a Coamo, não só pelas sobras, mas também por todos os outros benefícios que dela recebemos”, destacou.

A cooperada Rosa Casteli, de Mamborê, também ficou contente com os bons resultados da agricultura neste ano. Para ela, as sobras são esperadas com grande expectativa a cada final de ano. “Hoje é um dia de muita felicidade. Esperamos muito por este momento e sempre somos beneficiados. Vou utilizar o dinheiro das sobras para presentear meus filhos e netos, que também fazem planos para as sobras. É uma ajuda de valor que a Coamo nos oferece para abrandar o ‘aperto’ do fim de ano. Isso só nos motiva a continuar trabalhando cada vez mais com a nossa cooperativa”, comemora.

E quem também faz questão de valorizar as sobras é cooperado Selmo Maggioni, de Campo Mourão. Ele afirma que sempre aguarda com muita ansiedade o final do ano e até faz planos para quando receber as sobras. “É um dinheiro extra que é sempre bem vindo. Estamos nos acostumando com este grande benefício proporcionado pela Coamo, principalmente porque no final de os recursos próprios estão sempre mais escassos. E este ano o valor é melhor que o passado. Um agradável presente de fim de ano para nós cooperados”, completa.