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Coamo Agroindustrial Cooperativa | Edição 379 | Dezembro de 2008 | Campo Mourão - Paraná

Cooperativismo

Coamo, 13 anos no Oeste do Paraná

Cooperativa trouxe novos horizontes para os produtores e vem colaborando para o desenvolvimento de toda a região

O ano de 1995 marcou o início das atividades da Coamo na região Oeste do Paraná, beneficiando os produtores rurais de Toledo, Dez de Maio, Vila Nova, Ouro Verde do Oeste, São Pedro do Iguaçu, Tupãssi, Bragantina e Nova Santa Rosa. De lá para cá, eles evoluíram bastante e têm motivos para comemorar a parceria com 13 anos de sucesso.

É o caso do cooperado Vitorino Rigo, de Toledo. Ele cita a organização e a administração séria da cooperativa para afirmar que ela conseguiu recuperar a credibilidade do cooperativismo na região. Há 13 anos, Rigo é parceiro da Coamo. Ele aconselha que “é preciso estar atento, participar cada vez mais dos eventos da co-operativa e investir em tecnologia para incrementar a nossa produção”.

O cooperado só tem elogios à cooperativa. “A Coamo é uma grande família. Possui uma administração confiável e um corpo técnico excelente. Os seus funcionários estão imbuídos em trabalhar para que os cooperados tenham sucesso na atividade. Aqui temos tido o que precisamos: insumos, preço e prazo com produtos selecionados e de qualidade. A Coamo trouxe novos horizontes para todos nós, que podemos trabalhar com tranqüilidade com a segurança da nossa cooperativa”.

Confiança – Esta é a palavra que poderia resumir bem a parceria entre a Coamo e os seus co-operados. Na opinião Hari Kaefer, que reside a 50 anos em Dez de Maio – distrito de Toledo, e desde março de 1995 é associado da Coamo, “com a chegada da co-operativa tudo ficou mais fácil e hoje, então, é só tranqüilidade. Sem cooperativa a gente fica no ‘galho seco’. O cooperativismo traz renda, empregos e melhora a vida de muita gente”, afirma o produtor.

Mas, o que mudou na vida do ‘seo’ Kaefer? Ele diz que mudou muita coisa. “A confiança é tudo. Com a cooperativa a gente tem bons preços, insumos de qualidade, a gente planta, colhe e entrega a nossa produção com a certeza de receber o dinheiro à vista, com segurança que o nome Coamo tem”.

Cooperativismo no sangue – Na Linha Dois Marcos, em Vila Nova, o cooperativismo está no sangue da família Neunfeld e está passando para a segunda geração. Eles moram na região há quatro décadas. O primeiro a chegar foi o patriarca Theodoro Neunfeld e depois os filhos Mário, Martin e Gerhardt. Além do ‘seo’ Mario, também são cooperados o ‘seo’ Martin e os filhos Lauri e Simone, e o ‘seo’ Gerhardt e o filho Fábio.

Mário Neunfeld é pai do também cooperado Ivan Luiz, sócio há dois anos. “Evoluímos bastante após a chegada da Coamo. Na época, eu não conhecia a cooperativa direito. Mas mesmo assim me associei. No começo tinha alguma dúvida, mas com o tempo fui conhecendo melhor e tudo foi melhorando para nós. É muito bom ser cooperado da Coamo”, lembra Neunfeld.

Para Ivan Luiz, o uso de tecnologia é essencial para aumentar a produção e aparecer os resultados. “O meu pai conta que antigamente ele plantava soja com matraca no meio do milho. Hoje é bem diferente. A gente tem o plantio direto há 11 anos na nossa lavoura e é uma tecnologia maravilhosa”. A antecipação das sobras na família de Ivan, casado com Tânia Friske, veio em boa hora. “Esse dinheiro vai direto para o enxoval do nosso filho”, conta Tânia, grávida de quatro meses, feliz com a chegada do bebê e do dinheiro-extra.