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Coamo Agroindustrial Cooperativa | Edição 379 | Dezembro de 2008 | Campo Mourão - Paraná

Parceria

Os frutos da união diante do trabalho

Cooperado David dos Santos, de Araruna, reforça que é importante manter as parcerias na construção dos resultados

Um por todos e todos por um. Apesar de antigo o ditado se encaixa perfeitamente aos dias de hoje, sobretudo para quem quer construir resultados mais estáveis, em qualquer que seja o ramo do negócio. Na agricultura, unir esforços é uma atitude que faz parte da filosofia cooperativista. Quando todos puxam para o mesmo lado fica mais fácil vencer os obstáculos.

Para o cooperado David dos Santos, de Araruna (Centro-Oeste do Paraná), parceria é sinônimo de sucesso e fidelidade é uma pa-lavra ele leva a sério. Santos trabalha junto com os irmãos Daniel, Moisés e Josué, e não abre mão do apoio que recebe da Coamo a mais de 20 anos. “Sempre acreditei que o cooperativismo é o caminho mais fácil de trabalhar. Minha parceria com a Coamo tem produzido bons frutos. Sem esse apoio seria bem mais difícil”, salienta, lembrando que ao lado da Coamo encontrou a segurança que precisa para sobreviver na atividade agrícola. “O princípio da cooperativa é a movimentação do cooperado. Por isso, nunca deixei de movimentar. Toda a minha produção eu entrego na Coamo; e também não abro mão de adquirir todos os insumos que preciso”.

União familiar – Na propriedade de 15 alqueires, que margeia o Rio Ligeiro, bem na divisa dos municípios de Araruna e Cianorte (Noroeste Paranaense), o cooperado David dos Santos cultiva soja e milho no verão; e no inverno, a área é coberta com adubação verde. Apesar de dividir as máquinas e implementos no trabalho diário, e na medida do possível ajudar e ser ajudado pelos irmãos, as áreas são administradas separadamente. “Nos ajudamos e dividimos o que dá para dividir, mas conduzimos nossas áreas de forma separada. Não há desentendimento quando um pensa diferente do outro sobre o planeja-mento da propriedade, por exemplo”, explica.

Crescimento vertical – Pequeno produtor, Santos nasceu e foi criado no campo e buscou na verticalização à saída para agregar mais renda. Adepto à alta tecnologia e sempre acessível as novidades, o cooperado conta que com o passar dos anos vem conseguindo aumentar as médias de produtividade, através da parceria com a Coamo. Há dez anos, quando ingressou no Projeto de Fertilidade da Coamo, conta ele, “a produção de soja não ultrapassava a marca de 105 sacas, e hoje, essa média já atingiu 140 sacas por alqueire. E com o milho a história de repete. Enquanto minha média era de 180 sacas no final de década passada, atualmente tenho colhido 330 sacas por alqueire”, revela.

Reconhecimento – Casado há 20 anos com a “dona” Eci, com quem têm duas filhas (Tanielli, 18 anos e Thailise, 13), David dos Santos compara a Coamo à sua família, revelando que passa mais tempo em contato com a cooperativa do que em qualquer outro lugar. “Quando me casei, em 1988, já era associado. Por isso, minhas filhas, desde que nasceram, e minha esposa tem esse contato direto com a Coamo. É como se fosse minha segunda casa, quando não estou no sítio com certeza estou na cooperativa. Lá em casa o nome Coamo tem um grande significado para todos nós”, revela o produtor que utiliza diversos ser-viços oferecidos pela cooperativa como: financiamentos de máquinas e implementos e projeto fertilidade, entre outros.