Evolução tecnológica
Durante o ano, também houve evolução na utilização das tecnologias pelos cooperados. O uso de inoculantes nas sementes saltou de 58% na safra passada para 89% nesta safra. O tratamento de sementes de milho também cresceu: 69% nesta safra, contra 45% no ano passado. Já o tratamento de sementes de soja atingiu o percentual de 91% do volume de sementes comercializado pela
Coamo.
Em 2001, houve evolução no uso de inseticidas biológicos e fisiológicos. O plantio direto também cresceu, em relação ao ano passado. No trigo, o sistema atingiu 94% da área plantada. O milho teve 90% da sua área ocupada pelo sistema direto. No caso da soja, o plantio direto é verificado em 96% da área cultivada na região da
Coamo.
Houve incremento também na produtividade médias das principais culturas. O algodão subiu para 381 arrobas por alqueire. No milho, a produtividade média entre os cooperados da Coamo saltou para 284 sacas por alqueire. A soja teve produtividade média de 121 sacas por alqueire.
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Projetos enchem os olhos
Os números dos projetos da Coamo também são de encher os olhos. O Projeto de Suinocultura encerrou o ano de 2001 com um total de 160 cooperados integrados (entre iniciadores e terminadores). Foram, no total, 6.400 matrizes alojadas e 48 mil suínos terminados.
O levantamento também evidencia que durante o ano passado, o Projeto de Máquinas e Implementos concedeu 1.692 financiamentos, com um volume total de R$ 20,54 milhões. No Projeto Calcário, foram distribuídas 256 mil toneladas, acumulando um total, nos últimos 5 anos, cerca de 1,5 milhão de toneladas.
Com o Projeto de Fertilidade do Solo, foram investidos R$ 7,76 milhões, para correção de uma área de 52,36 mil hectares, atendendo mais de 2 mil cooperados. Em cinco anos, o projeto financiou o equilíbrio de 176,59 mil hectares, com um volume acumulado de R$ 19,78 milhões.
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Giro tecnológico
Com o objetivo de promover uma melhoria de renda para o cooperado e incentivar a rotação de culturas na região, o Detec da Coamo em Quinta do Sol realizou dia 31 de janeiro o terceiro giro tecnológico de milho.
Na ocasião, foram visitadas duas propriedades, onde houve demonstração de diversos híbridos recomendados para a região e adubação verde de inverno.
No sitio Dois Irmãos, de propriedade do cooperado Ossamu Sato, foi demonstrado aos participantes o comportamento de 30 diferentes híbridos, comparando o ciclo e sanidade de cada material com seu potencial produtivo. Também foi apresentado aos cooperados as vantagens do uso de inseticidas no tratamento de sementes visando o controle de percevejo.
Na fazenda Santa Heloisa, de propriedade do cooperado Raul Paulo Neto, os participantes puderam conhecer as vantagens da adubação verde com nabo forrageiro e aveia, realizada no inverno, com a finalidade de elevar o teor de matéria orgânica para a rotação de culturas e a reciclagem de nutrientes para a cultura seguinte. Nesta área específica foi implantada a lavoura de milho verão e o resultado foi visivelmente favorável ao desenvolvimento das plantas e aumento de seu potencial produtivo.
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Milho em Faxinal
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Um dia de campo sobre milho foi o primeiro evento técnico realizado pela Coamo de Faxinal neste ano. O encontro, promovido na fazenda Itapuã, de propriedade dos cooperados Joana Darc e Flávio
Rizzatto, reuniu 70 cooperados e aconteceu no dia 15 de fevereiro.
A organização do evento esteve por conta do Detec da Coamo
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| Evento apresentou
novidades em hídridos de milhos |
em Faxinal, em parceria com as Empresas produtoras de semente
(Agroceres, Aventis, Coodetec, Dekalb, Dow, Pioneer e Syngenta).
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Agronotas
Coodetec - Com 33 cooperativas associadas a Coodetec vem ampliando a participação de suas empresas no mercado. No ano passado as variedades Coodetec ocuparam 16,32% do total da área plantada de trigo no Brasil; 13,36% da soja e 10,76% do algodão. No Paraná, a Coodetec ocupou 28,27% da área de trigo, 33,51% de soja, 70,35% de algodão e 1,91% de milho.
Seguro rural - A renegociação da dívida agrícola, fechada no final de 2001, levantou a discussão: por que não apoiar uma parceria na contratação do seguro rural, como forma de aumentar a participação privado no financiamento à agricultura brasileira? Ao aceitar subsidiar parte do prêmio a ser pago pelo produtor na contratação do seguro, o governo daria garantias às empresas do setor, incentivando maiores investimentos na área, e estimularia o agricultor a fazer seguro da produção. Hoje, segundo o Ministério da Agricultura, apenas 2,2% da produção agrícola vegetal é segurada - um dos menores índices entre os países agrícolas. Nos Estados Unidos, por exemplo, 70% da área cultivada é coberta pelo seguro agrícola e, na Espanha, 50%.
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