Agricultura

Ipê Amarelo:
Projeto ensina a manusear defensivos

Meta é prestar serviço de treinamento aos funcionários das propriedades rurais

Dr. Aroldo Gallassini e Guilherme Landgraf Neto, da Syngenta, plantam um ipê amarelo na AEACM, marcando o início do projeto em Campo Mourão
Numa parceira entre Coamo e Syngenta foi lançado no dia 26 de novembro, em Campo Mourão, o projeto Ipê Amarelo. O evento foi realizado na Associação dos Engenheiros Agrônomos (AEACM), e contou com a presença de diretores da Coamo e da Syngenta, além de produtores e técnicos.

Um dos objetivos do projeto Ipê Amarelo, é prestar serviço treinando funcionários das propriedades rurais, ensinando qual a maneira correta e
segura de manusear e aplicar defensivos agrícolas, sem agredir a natureza e obtendo assim maior produtividade e otimização de custos, dentro de uma agricultura sustentável. Esses funcionários e proprietários serão orientados ainda, de como regular a plantadeira, o pulverizador e a colheitadeira, bem como transportar a produção e armazenar os produtos agroquímicos, entre outros.

Paralelamente ao Ipê Amarelo, a Syngenta criou o OTO. Trata-se de um grupo de 35 agricultores que cederam suas propriedades para o desenvolvimento do projeto, onde em cada uma delas será plantado um Ipê Amarelo. A planta representa o fortalecimento da agricultura, já que é uma árvore que consegue florescer mesmo após seis meses de seca.

O engenheiro agrônomo da Syngenta, Egydio Muniz, responsável pelo Ipê Amarelo, destaca que a Coamo é uma importante parceira no projeto, por se tratar de uma cooperativa que consegue ajudar no desenvolvimento da agricultura em nível nacional. "Para nós da Syngenta, termos a Coamo ao nosso lado nesse projeto é um orgulho, uma vez que a cooperativa está na vanguarda da agricultura no Brasil", comenta.

Segundo Muniz, o projeto também tem por objetivo evitar a contaminação de trabalhadores, quando do contato com produtos tóxicos, além de evitar desperdício, utilizando somente a quantidade necessária de defensivos para atingir o alvo. Buscando com isso levar uma produção maior para o agricultor, com um custo menor.

"Nós buscamos, com isso, resultados imediatos. Assim que terminar o treinamento, o agricultor e os aplicadores, receberão um certificado, na intenção de que haja uma mudança de atitude nesse sentido, e que eles sigam essas orientações ao longo de sua vida profissional", conclui Muniz.
...e descerram a placa de lançamento do projeto