Melhores e Maiores:
Pela terceira vez consecutiva moeda nobre é da Coamo
COOPERATIVA É A MELHOR DO COMÉRCIO NO SUL,
CONFORME RANKING DA REVISTA EXAME
As melhores empresas do país de 2005 foram homenageadas
no dia 28 de junho, em mais uma edição do ranking
Maiores e Melhores da revista Exame. O evento, que teve presença
do ministro da Fazenda, Antonio Palloci, aconteceu em São
Paulo. Foram premiadas as melhores empresas de 2005, em vinte setores
da economia, e também as nove melhores companhias regionais,
entre elas a Coamo, eleita pela terceira vez consecutiva a melhor
do comércio no Sul do Brasil.
A Coamo
foi eleita a melhor do setor Comércio, da região Sul
do Brasil. A avaliação levou em conta o número
de pontos da empresa nos quesitos crescimento de vendas, rentabilidade
e investimento, entre outros. Em 2004, a Coamo cresceu 19,2% em
suas atividades, atingindo uma receita global de R$ 3,9 bilhões.
No ano, 37% do seu faturamento tiveram origem nas exportações,
com 2,2 milhões de toneladas de produtos exportados, o que
representou um aumento de 42,8% em relação a 2003.
Com a sua linha de produtos alimentícios a cooperativa obteve
um faturamento de R$ 257,7 milhões, com crescimento de 14,2%
em relação ao ano anterior.
Para o diretor presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini,
“a constante preocupação com a qualidade de
nossos produtos e serviços, alicerçada no tripé
da estabilidade administrativa; entrosamento entre diretoria, cooperados,
clientes e funcionários; e capitalização, tem
sido a base do sucesso da Coamo. Por isso, agradecemos a honraria
e dividimos esse prêmio com os nossos quase 20 mil cooperados,
nos estados do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul”.
|
Agroanálises |
SOJA
Persiste
a especulação em cima do clima nas lavouras
americanas. O relatório do dia 18 de julho do USDA
– Departamento de Agricultura dos Estados Unidos,
apresentou as seguintes condições das lavouras:
10% excelente, 43% bom, 31% regular, 12% fraco e 4% bem
fraco. Estes índices estão abaixo do ano
anterior no mesmo período, quando o excelente era
16%, 52% bom, 24% regular, 6% fraco e 2% bem fraco. Desta
forma o mercado continua muito especulativo, ou seja,
dependendo do clima ainda teremos altos e baixos. |
MILHO
O
volume de oferta tem aumentado dia após dia e com
a entrada da safrinha a tendência é aumentar
ainda mais e de forma desenfreada. Em função
de não conseguir obter liquidação
na exportação, por motivo da atual taxa
do câmbio, a qualquer hora poderemos ver o mercado
interno ficar sem preço, pois o volume de oferta
é muito superior ao da demanda, que no momento
está inexpressivo. O mercado interno está
ficando abarrotado, com aproximadamente 50% da safra normal
comercializada e a safrinha toda para ser negociada. Levando
em consideração que já estamos em
agosto, os animais terão que ter muito apetite
adiante. Caso haja algum fator climático que gere
atraso no plantio da próxima safra, poderá
ter algum bom momento para o preço, caso contrário
as notícias não tendem a serem boas. |
CAFÉ
A
ausência de geadas nas regiões produtoras
de café provocou a liquidação de
posições compradas por parte de fundos especuladores.
Os estoques nos países consumidores também
não diminuem e deixam os compradores confortáveis
quanto ao abastecimento de suas torrefações.
Dessa maneira, na ausência de problemas climáticos
ou de uma desvalorização do real, os preços
devem permanecer pressionados. |
ALGODÃO
Apesar
das cotações do produto argentino terem
apresentado uma melhora no último mês, a
valorização do real frente ao dólar
em nada tem ajudado os produtores brasileiros, pois o
mercado interno continua com volumes de oferta acima da
demanda e deverá permanecer assim até a
próxima safra. A conta é simples: a safra
brasileira foi de 6,0 milhões de toneladas, contra
um consumo também em torno de 6,0 milhões
de toneladas (consumo do Estado de Minas Gerais para o
Sul do Brasil, já que por questões de frete
torna-se inviável a comercialização
de trigo para as regiões norte e nordeste). Considerando
as importações realizadas, temos no momento
a existência de um estoque de trigo suficiente para
abastecimento do mercado interno pelo menos até
o próximo mês de outubro e considerando que
a colheita da próxima safra terá início
no princípio do mês de setembro, se o clima
continuar favorável para a cultura e a manter a
cotação do dólar como está,
nada de melhor espera-se para este mercado neste segundo
semestre. O Governo Federal, por sua vez, vem colaborando
positivamente vendendo seus estoques para o norte e nordeste
do país, para que a situação no sul
não piore ainda mais. |
TRIGO
Apesar das cotações do produto argentino
terem apresentado uma melhora no último mês,
a valorização do real frente ao dólar
em nada tem ajudado os produtores brasileiros, pois o
mercado interno continua com volumes de oferta acima da
demanda e deverá permanecer assim até a
próxima safra. A conta é simples: a safra
brasileira foi de 6,0 milhões de toneladas, contra
um consumo também em torno de 6,0 milhões
de toneladas (consumo do Estado de Minas Gerais para o
Sul do Brasil, já que por questões de frete
torna-se inviável a comercialização
de trigo para as regiões norte e nordeste). Considerando
as importações realizadas, temos no momento
a existência de um estoque de trigo suficiente para
abastecimento do mercado interno pelo menos até
o próximo mês de outubro e considerando que
a colheita da próxima safra terá início
no princípio do mês de setembro, se o clima
continuar favorável para a cultura e a manter a
cotação do dólar como está,
nada de melhor espera-se para este mercado neste segundo
semestre. O Governo Federal, por sua vez, vem colaborando
positivamente vendendo seus estoques para o norte e nordeste
do país, para que a situação no sul
não piore ainda mais. |
|
| VARIAÇÕES |
fev/05 |
mar/05 |
abr/05 |
mai/05 |
jun/05 |
Acumulado
Período |
Acumulado
12 meses |
| IGPM (% AO MÊS) |
0,30% |
0,85% |
0,86% |
-0,22% |
-0,44% |
1,75% |
7,12% |
| TR (% AO MÊS) |
0,96% |
0,26%
|
0,20%
|
0,25% |
0,30% |
1,31%
|
2,36% |
| DÓLAR COMERCIAL (%AO MÊS) |
-1,14%
|
2,74% |
-5,06% |
-5,04% |
-2,22% |
-11,46% |
-24,37% |
| TJLP (% AO MÊS) |
9,75% |
9,75% |
9,75% |
9,75% |
9,75% |
|
|
| SOJA |
11,54% |
20,34% |
8,77% |
5,56% |
13,57% |
78,04% |
204,37% |
| MILHO |
1,54% |
25,93% |
13,33% |
0,67% |
5,44% |
66,85% |
146,35% |
| ALGODÃO |
0,00% |
0,00% |
0,00% |
0,00% |
0,00% |
0,00% |
5,33% |
| TRIGO (PH 78) |
2,15% |
18,28% |
0,00% |
4,76% |
0,00% |
26,58% |
55,34% |
Poder
de Troca mês a mês
|
MÁQUINAS/
INSUMOS X PRODUTOS |
fev/05 |
mar/05 |
abr/05
|
mai/05 |
jun/05 |
MÉDIA
DO PERIODO |
MÉDIA
ULT. 12 MESES |
| TRATOR NEW HOLLAND
TM-135 - 125 CV (COMPLETO) |
| SOJA |
6.291 |
5.538 |
6.050 |
6.486 |
4.281 |
5.800 |
5.487 |
| MILHO |
13.206 |
11.803 |
11.250 |
11.921 |
8.477 |
11.882 |
12.113 |
| ALGODÃO (TIPO 6) |
11.533 |
12.000 |
13.433 |
13.433 |
9.552 |
11.992 |
11.667 |
|
TRIGO (PH 78) |
9.202 |
8.867 |
8.182 |
8.372 |
6.564 |
8.293 |
7.888 |
| COLHEITADEIRA NEW HOLLAND
TC 57 (COMPLETA) |
| SOJA |
13.236 |
11.692 |
12.773 |
13.694 |
12.040 |
12.681 |
11.815 |
| MILHO |
27.786
|
24.918 |
23.750 |
25.166 |
23.841 |
25.924 |
26.027 |
| ALGODÃO (TIPO 6) |
24.267 |
25.333 |
28.358 |
28.358 |
26.866 |
26.308 |
25.182 |
| TRIGO (PH 78) |
19.362 |
18.719 |
17.273 |
17.674 |
18.462 |
18.185 |
17.008 |
| PLANTADEIRA PSE 8 2S
(COM CÂMBIO) |
| SOJA |
1.555
|
1.269 |
1.387 |
1.486 |
1.380
|
1.423
|
1.346 |
| MILHO |
3.263 |
2.705
|
2.578 |
2.732 |
2.732 |
2.914 |
2.971 |
| ALGODÃO (TIPO 6) |
2.850 |
2.750 |
3.078 |
3.078 |
3.078 |
2.948 |
2.869 |
| TRIGO (PH 78) |
2.274 |
2.032 |
1.875 |
1.919 |
2.115 |
2.042 |
1.938 |
| PULVERIZADOR COLUMBIA
MAXTER FLOW |
| SOJA |
1.255
|
1.062
|
1.160 |
1.257 |
1.239 |
1.192 |
1.077 |
| MILHO |
2.634 |
2.262 |
2.156 |
2.310 |
2.453 |
2.437 |
2.367 |
| ALGODÃO (TIPO 6) |
2.300 |
2.300 |
2.575 |
2.603 |
2.764 |
2.474 |
2.290 |
| TRIGO (PH 78) |
1.835 |
1.699 |
1.568 |
1.622 |
1.899 |
1.711 |
1.550 |
| CALCÁRIO |
| SOJA |
2 |
2 |
2 |
2 |
2 |
2 |
2 |
| MILHO |
4 |
3 |
3 |
3 |
3 |
3 |
3 |
| ALGODÃO (TIPO 6) |
3 |
3 |
4 |
4 |
4 |
3 |
3 |
| TRIGO(PH 78) |
3 |
3 |
2 |
2 |
2 |
2 |
2 |
| Para o cálculo da pariedade
dos produtos X máquinas e insumos foram utilizados
os preços praticados no último dia do mês. |
|
|