
O agricultor é forte! Um homem de fé e muito importante para o desenvolvimento e o sucesso da agricultura e da economia do nosso país. Ele é um otimista por natureza e tem suas esperanças renovadas a cada nova semente lançada ao solo fértil, acreditando sempre na boa germinação e no desenvolvimento vegetativo satisfatório, precedendo a uma promissora colheita.
Colheita esta que é esperada com boas produtividades, como prêmio pelo seu trabalho, entusiasmo, inovação e investimento, atuando sempre com muito afinco e determinação almejando conquistas na produção rural.
O agricultor é um forte! Forte, porque acredita, tem vocação e amor à sua terra, sendo um apaixonado pelo que faz. É forte, porque faz a sua parte e cumpre a sua missão, independente do governo ou mesmo do clima, que é fator imprescindível para o sucesso da safra.
O agricultor é um forte! Forte, porque sabe que do seu suor e labuta diária de sol a sol depende a produção de alimentos e assim, a certeza de que milhões de pessoas serão alimentadas e terão a sua fome saciada, de Norte a Sul, e de Leste a Oeste do nosso país e também do mundo.
O agricultor é um forte! Porque apesar dos cenários nem sempre desejáveis e promissores com relação às políticas econômicas, cambiais, agrícolas e dos preços nem sempre satisfatórios, ele não deixa de se fazer presente na parte que lhe cabe.
O agricultor é, seguramente, um forte! Forte por ser um empreendedor rural sempre corajoso, esperançoso e persistente, e acre-dita que com a graça de Deus suas safras serão bem melhores como recompensa ao seu trabalho e dedicação na sua atividade.
Por isso e muito mais, com orgulho, a Coamo tira o chapéu para os agricultores, que produzem alimentos e ajudam o cooperativismo, o agronegócio e o Brasil a crescer.
Soja
Mercado indefinido e com grande volatilidade, a redução ao redor de 15% na área de plantio americano, adicionado ao clima, faz com que o mercado fique a espera de qualquer notícia para ganhar novos rumos. Com as lavouras americanas chegando na reta final, próxima da colheita, a preocupação climática aumenta, pois as próximas quatro a cinco semanas serão cruciais para definição da produção. Qualquer prenúncio de dificuldade para viabilização da safra terá forte valor especulativo, especialmente neste período que é o mais crítico para formação do potencial de produtividade. Com isso, o mercado deve permanecer bastante volátil.
Milho
A forte queda das cotações internacionais, registradas nas últimas semanas, provocadas principalmente pelo desenvolvimento das lavouras americanas dentro de um quadro de normalidade, com alguns déficits de umidade localizados e o fortalecimento do real frente ao dólar estão reduzindo a paridade de exportação do milho brasileiro. Como decorrência disso e do aumento da entrada da produção da safrinha, os preços internos estão sofrendo pressão de baixa em grande parte do centro-sul do País. Caso as lavouras americanas tenham uma condição climática normal até o final de seu ciclo, a tendência é das cotações no mercado internacional continuarem enfraquecendo, repercutindo da mesma forma no mercado interno brasileiro, já que a estimativa da oferta nacional está muito acima do potencial de consumo. Por outro lado, a seca, que trouxe prejuízos para a produção de milho nos países europeus e que está fazendo com que os governos reduzam os impostos de importação de milho, pode trazer um alento para o produtor brasileiro, que poderá ter a oportunidade de suprir as necessidades daquela região. No entanto, ainda não se pode fazer uma previsão do volume que isto poderá representar. Os produtores, até então mais prejudicados com a redução nas cotações do produto, são os do centro-oeste do país, motivando o Governo Federal a intervir na comercialização através de uma subvenção para a exportação do produto, subvenção esta que também já vem sendo solicitada para auxílio na comercialização do milho paranaense, através da Ocepar, visando garantir a comercialização ao preço mínimo.
Trigo
A dinâmica do mercado brasileiro de trigo não sofreu grandes alterações nas últimas semanas, Mercado sustentado por moinhos de pequeno porte com negócios de pequenos lotes. Como o mercado doméstico é balizado pela paridade de importação, as cotações recordes nas Bolsas norte-americanas e na Argentina dão base para a postura dos vendedores, que acreditam em preços ainda mais altos, por outro lado compradores acreditam em preços mais baixos devido a entrada da safra nova, aliado a valorização do real frente ao dólar.
Café
O receio em torno do frio e a insegurança com a oferta disponível na temporada 2007/2008 deram ritmo da alta nos preços. Porém, superado esse momento de tensão climática e diante do avanço da safra nova de café, o mercado acabou caindo. O recuo nos preços se deve muito mais a ajustes técnicos, nas cotações da Bolsa de Nova York, depois de uma forte valorização e menos a uma grande pressão vendedora, ocasionada pela chegada da safra nova brasileira. Recursos do governo ajudaram a enxugar a oferta nessa entrada de safra, oferecendo suporte para as cotações, tendo também uma postura do produtor em retardar a venda, não permitindo, pelo menos por enquanto, baixa no preço.
VARIAÇÕES |
fev/07 |
mar/07 |
abr/07 |
mai/07 |
jun/07 |
Acumulado Período |
Acumulado 12 meses |
IGPM (% AO MÊS) |
0,27% | 0,34% | 0,04% | 0,04% | 0,26% | 1,46% | 3,90% |
TR (% AO MÊS) |
0,72% | 0,19% | 0,13% | 0,17% | 0,15% | 0,93% | 1,98% |
DÓLAR COMERCIAL (%AO MÊS) |
-0,31% | -3,20% | -0,81% | -5,16% | -0,14% | -9,91% | -11,01% |
TJLP (% AO MÊS) |
6,50% | 6,50% | 6,50% | 6,50% | 6,50% | ||
SOJA |
3,45% | 9,26% | 3,70% | 3,00% | 4,87% | 33,27% | 113,39% |
MILHO |
2,56% | 6,67% | 7,14% | 0,00% | 1,45% | 22,63% | 119,90% |
ALGODÃO |
0,00% | 0,00% | 0,00% | 6,25% | 0,00% | 6,25% | 6,25% |
TRIGO (PH 78) |
6,25% | 0,00% | 9,09% | 0,00% | 2,00% | 18,23% | 82,44% |
MÁQUINAS/ INSUMOS X PRODUTOS |
fev/07 |
mar/07 |
abr/07 |
mai/07 |
jun/07 |
MÉDIA DO PERIODO |
MÉDIA ULT. 12 MESES |
TRATOR NEW HOLLAND TM-135 - 125 CV (COMPLETO) |
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SOJA |
6.034 | 6.018 | 6.000 | 4.428 | 4.388 | 5.492 | 5.885 |
MILHO |
11.266 | 10.968 | 11.379 | 8.571 | 8.633 | 10.295 | 11.593 |
ALGODÃO (TIPO 6) |
13.284 | 11.333 | 11.000 | 8.000 | 8.000 | 10.817 | 11.546 |
TRIGO (PH 78) |
7.192 | 7.083 | 7.174 | 4.848 | 4.706 | 6.331 | 6.753 |
COLHEITADEIRA NEW HOLLAND TC 57 (COMPLETA) |
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SOJA |
10.678 | 11.150 | 11.455 | 10.364 | 10.969 | 10.858 | 11.509 |
MILHO |
19.937 | 20.323 | 21.724 | 20.357 | 21.583 | 20.480 | 22.760 |
ALGODÃO (TIPO 6) |
23.507 | 21.000 | 21.000 | 19.000 | 20.000 | 21.249 | 22.471 |
TRIGO (PH 78) |
12.727 | 13.125 | 13.696 | 11.515 | 11.881 | 12.504 | 13.197 |
PLANTADEIRA PSE 8 2S (COM CÂMBIO) |
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SOJA |
1.398 | 1.460 | 1.531 | 1.554 | 1.539 | 1.480 | 1.527 |
MILHO |
2.611 | 2.661 | 2.903 | 3.007 | 3.029 | 2.792 | 3.018 |
ALGODÃO (TIPO 6) |
3.078 | 2.750 | 2.807 | 2.807 | 2.807 | 2.888 | 2.983 |
TRIGO (PH 78) |
1.667 | 1.719 | 1.830 | 1.701 | 1.667 | 1.700 | 1.748 |
PULVERIZADOR COLUMBIA MAXTER FLOW |
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SOJA |
1.327 | 1.386 | 1.389 | 1.445 | 1.432 | 1.376 | 1.411 |
MILHO |
2.478 | 2.526 | 2.635 | 2.798 | 2.818 | 2.593 | 2.781 |
ALGODÃO (TIPO 6) |
2.922 | 2.610 | 2.547 | 2.611 | 2.611 | 2.682 | 2.754 |
TRIGO (PH 78) |
1.582 | 1.631 | 1.661 | 1.582 | 1.551 | 1.579 | 1.614 |
CALCÁRIO |
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SOJA |
2 | 2 | 2 | 2 | 2 | 2 | 2 |
MILHO |
3 | 3 | 3 | 3 | 3 | 3 | 3 |
ALGODÃO (TIPO 6) |
4 | 3 | 3 | 3 | 3 | 3 | 3 |
TRIGO(PH 78) |
2 | 2 | 2 | 2 | 2 | 2 | 2 |
Para o cálculo da pariedade dos produtos X máquinas e insumos foram utilizados os preços praticados no último dia do mês. |
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