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Coamo Agroindustrial Cooperativa | Edição 374 | Julho de 2008 | Campo Mourão - Paraná

Cooperativismo

O verbo cooperar na 3ª pessoa do plural

Sonho de gerar felicidade não parou de crescer. No Paraná, cooperativismo está entre os mais desenvolvidos do país

Geração de renda e melhoria da qualidade de vida para milhões de pessoas. Esta é a essência do Cooperativismo, um sistema que no Paraná está entre os mais desenvolvidos do país. Tudo porque o a conjugação do verbo cooperar sempre foi levada a sério pelos paranaenses. Brasileiros que acreditaram no sonho de gerar felicidade, e que não parou de crescer.

História – No mundo inteiro o primeiro sábado do mês de julho aparece em destaque no calendário dos cooperativistas. A data lembra o marco histórico do início do sistema, em 1844, quando 28 tecelões do bairro de Rochdale, em Manchester, na Inglaterra, criaram uma associação que, mais tarde, seria chamada de cooperativa.

O Dia Mundial do Cooperativismo foi instituído em 1923, no Congresso da Aliança Cooperativa Internacional (ACI). Originalmente denominava-se “Dia da Cooperação”. Com o tempo passou a ser chamado “Dia do Cooperativismo”, e atualmente, “Dia Internacional do Cooperativismo”. Em 1995, a Organização das Nações Unidas (ONU) também passou a comemorar a data, reconhecendo que as cooperativas desempenham um importante papel no desenvolvimento econômico, social e cultural das comunidades.

No Brasil – A construção de um estado cooperativo no Brasil surgiu com os jesuítas por volta de 1610. Por mais de 150 anos esse modelo deu exemplo de sociedade solidária, fundamentada no trabalho coletivo, onde o bem-estar do indivíduo e da família se sobrepunha ao interesse econômico da produção. Mas o movimento cooperativista no Brasil surgiu mesmo em 1847 nos sertões do Paraná seguindo modelos europeus. A partir desta data cada cooperativa fez sua própria história. No Brasil, de acordo com levantamento da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), atualmente 7,6 milhões de pessoas são associadas a mais de 7 mil cooperativas.

Exemplo de organização – O cooperativismo paranaense, além de ser lembrado pelo seu pioneirismo, também se destaca por ser um dos mais organizados do País. O sistema responde por 16,5% do Produto Interno Bruto do Estado e 55% do PIB agropecuário. Atuando direta, e de forma organizada, no desenvolvimento dos seus cooperados, as cooperativas geram trabalho e renda e contribuem para a melhoria da qualidade de vida de integrantes e familiares

No Paraná, as 234 cooperativas registradas no Sistema Ocepar reúnem 450 mil cooperados e respondem por 50 mil empregos diretos e por 920 mil postos de trabalho. Demonstra a força de um setor que se desenvolve independentemente de território, língua, credo ou nacionalidade, como uma alternativa socioeconômica que leva ao sucesso com equilíbrio e justiça entre os seus participantes. (Com informações do Paraná Cooperativo)††

Orgulho do Paraná

A Ocepar, em parceria com as cooperativas paranaenses e com a Rede Paranaense de Comunicação (RPC), promoveu de agosto a dezembro de 2007 uma campanha institucional de marketing para valorizar o cooperativismo paranaense. E para lembrar o Dia do Cooperativismo, foi preparado um filme de 30 segundos sobre as cooperativas paranaenses, com a mensagem voltada para a conjugação do verbo cooperar. A campanha, intitulada “Cooperativas, Orgulho do Paraná”, foi veiculada em tevê aberta, jornal e internet, e destacou diversos ramos do sistema e a contribuição do cooperativismo para um sonho que não parou de crescer: a geração de felicidade.

Movimento solidário

Informações da Ocepar dão conta de que hoje mais de 10 milhões de pessoas vivem no campo, atualmente. Deste total, 2,1 milhões se beneficiam diretamente da atuação das cooperativas. Em 2007, o setor movimentou R$ 18,5 bilhões e produziu 15,5 milhões de toneladas de grãos.

Para João Paulo Koslovski, há um grande comprometimento das cooperativas com a responsabilidade social e ambiental. “Foram mais de R$ 2,3 bilhões aplicados em ações de responsabilidade social com enormes benefícios a milhares de pessoas que moram em regiões onde atuam”, destaca o presidente do Sistema Ocepar.

Uma nova geração de cooperativistas

Filosofia centenária se mantém firme na mente do futuro e aposta no desenvolvimento do capital humano para preservar a estabilidade econômica e social das milhões de pessoas que participam direta ou indiretamente do sistema. A união do conhecimento com o “sangue novo” está se transformando na “dupla dinâmica” do campo

O novo point da juventude do campo é dentro da porteira. É cada vez mais forte a presença do jovem a frente das propriedades rurais, seja atuando como “braço direito” dos pais ou assumindo diretamente as decisões e o controle dos negócios. O fato é que o campo se modernizou. A nova geração de agricultores encara os desafios bem mais preparados na comparação com os seus pais ou avós. Mais arrojados e focados na gestão da propriedade rural, os jovens do campo não abrem mão da tecnologia para a produção, mas procuram racionalizar custos e aumentar lucros. O trabalho tem base em dois fatores considerados, por eles, fundamentais: o aprendizado familiar e os conhecimentos educacionais e sociais que buscaram fora da porteira, principalmente em projetos cooperativistas. Assim, a união do conhecimento com o “sangue no-vo” está se transformando na “dupla dinâmica” do campo.

Valorização da vida – Apontado como um dos principais movimentos mundiais de promoção integral do homem, o cooperativismo é uma filosofia centenária que se mantém firme na mente do futuro e aposta no desenvolvimento humano para atender novas demandas do setor. O diretor-presidente da Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), João Paulo Koslovski, diz que o sistema oferece plenas condições de sustentabilidade à vida humana. “Por isso, baseado na força da cooperação, o cooperativismo paranaense atua na transformação das pessoas e, por conseqüência, da própria sociedade”, revela.

Liderança jovem – Para Koslovski, “a promoção à vida se faz também através da formação”. Neste setor, segundo o presidente da Ocepar, o sistema realizou, em 2007, 2.926 eventos para co-operados, dirigentes, colabora-dores e familiares, treinando de 120 mil pessoas.

Entre os eventos realizados, em parceria com o Serviço Social do Cooperativismo (Sescoop-Paraná), está o curso de formação de jovens líderes, desenvolvido pela Coamo. O programa, premiado pela OCB – Organização das Co-operativas Brasileiras -, e Revista Globo Rural, em 2004, já formou mais de 500 jovens para a lide-rança dentro do sistema cooperativista. O curso é realizado anualmente, reunindo jovens de todas as regiões da área de atuação da Coamo. Atualmente, o programa está na sua 12ª turma.

Capital humano – Eventos como os promovidos pela Coamo para a formação de lideranças dentro do cooperativismo são definidos pelo professor Albino Gawlack, da ACG Consultoria, responsável pela condução dos quatro módulos que contemplam o curso, como um instrumento para a viabilização do associado na parte educativa, tecnológica e também na qualidade de vida, envolvendo as mudanças no econômico e social das pessoas. “A intenção é formar líderes com sabedoria”, argumenta Gawlack, que possui 35 anos de carreira docente, a maior parte dedicada à formação dentro do cooperativismo, e um livro publicado sobre a filosofia cooperativista.

Para o educador, levando conhecimento para as pessoas é atuar na transformação do ser humano. “O nosso dever nunca termina. Estamos em atuação direta e também em constante aprendizado diante da interação social e cultural com as pessoas”, destaca. O professor acredita que “à medida que desenvolvemos um trabalho com pessoas também evoluímos, da mesma forma que os outros, porque ninguém sabe tudo, mas todos nós sabemos algo”, salienta.

Novos valores – A juventude de hoje está entre os grandes empreendedores do futuro, com o foco na gestão de pessoas. São os novos valores do campo, que buscam não só o desenvolvimento pessoal, mas também as famílias, vendo, assim, o cooperativismo como um todo.

E dentro da proposta de investir cada vez mais na qualificação do capital humano, a Coamo tem direcionado o seu trabalho, em parceria com a Ocepar e o Sescoop, para a formação de suas lideranças. “O nosso principal propósito é desenvolver o potencial criativo e de conhecimento dos cooperados, em várias dimensões, para que eles reconheçam em si os seus verdadeiros potenciais, baseados na verdade e na sabedoria. Portanto, é um trabalho voltado para a formação do ser humano e para o futuro, não somente na parte econômica, mas também social, cultural, na formação de uma família cooperativista”, assegura o diretor-presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini.

ESPECIALISTAS

O curso de Jovens Líderes Cooperativistas da Coamo é realizado em cinco módulos. O primeiro deles busca a identificação do cooperado para a sua condição dentro da sociedade, na propriedade e na família, e traça estratégias e metas para o futuro. O segundo, trata de planejamento e administração rural. O terceiro enfoca a questão da liderança, em busca de um futuro promissor. O quarto módulo destaca a gestão estratégica de negócios para a cooperativa e a análise e interpretação de balanço como instrumento para a tomada de decisão. E o quinto e último módulo promove uma viagem pelos entrepostos da cooperativa em todas as regiões da área de atuação. Ao todo, são 96 horas/aula de curso.

Cooperativismo: Um negócio de pai para filho

Com decisões pensadas e viabilizadas, primeiramente, no papel, os jovens do campo são os grandes responsáveis pela implantação de um novo modelo de administração rural, muito mais profissional. Quando dão as cartas nos projetos de gestão dos negócios da propriedade, ou mesmo quando atuam em parceria em os pais, eles trabalham de forma arrojada, sem esquecer das lições da família, passadas de geração em geração. Mantêm a mente no futuro e os pés no chão, e buscam resultados concretos baseados em planejamento e gerenciamento, conscientes que a terra é perpétua e que a sucessão natural transforma a agropecuária em um negócio, literalmente, de família.

Visão empreendedora – O cooperado Sebastião Valero, de Tupãssi, no Oeste Paranaense, lembra bem de como enxergava a cooperativa antes de participar de curso de formação de lideranças promovido pela Coamo. “Pensava que era uma empresa como outra qualquer, onde a gente só se aproveitava dos produtos e ser-viços”, revela. Hoje, oito anos depois de fazer parte da 4ª turma do curso de jovens líderes da Coamo, ele afirma que a visão é de parceria. “Cada um de nós faz a sua parte e, juntos, conseguimos vencer todos os nossos obstáculos”, comemora.

Valero também elogia a possibilidade que teve de ampliar os conhecimentos para melhorar, principalmente, a formação de novos conceitos de comercialização da safra. “Os agricultores fazem muito bem a lição de casa, quando o assunto é produzir, mas sempre encontram dificuldades para vender a produção. Hoje conhecemos melhor as ferra-mentas de mercado e podemos fazer melhores médias de preços, ganhando também com a comercialização. Me sinto um jovem mais maduro, com visão aberta para os negócios”, assegura.

Nova política de relacionamento – Terceiro filho do co-operado Murilo Loureiro, de Palmas, no Sul do Paraná, Guilherme Loureiro trabalha em parceria com o pai, o tio Sadi Loureiro e o primo Sadi Neto. Engenheiro químico por formação, ele abriu mão da profissão para trabalhar na fazenda da família, que integra a agricultura com a pecuária. E faz questão de afirmar que encara a nova empreitada com entusiasmo. “Ainda não tenho muito traquejo para lidar com as contas da propriedade e sei que preciso melhorar na política de relacionamentos. Estou encarando esse curso como uma oportunidade para me desenvolver ainda mais dentro da agropecuária”, esclarece.

Loureiro é um dos jovens que estão iniciando o curso neste ano, fazendo parte da 12ª turma do projeto da Coamo. “Os dois primeiros módulos já foram suficientes para mudar conceitos que eu tinha como certos para a minha vida e para a administração dos negócios da nossa família. Agora sei do meu papel como agricultor e cooperado da Coamo e vou usar esse novo conhecimento para ampliar os nossos negócios, de uma forma mais organizada”, destaca.

Há 4 anos o jovem vem acompanhando de perto o trabalho na fazenda dos Loureiro. “Minhas expectativas são as melhores possíveis. Quero aproveitar cada momento do curso e me preparar para dar continuidade aos negócios da família. Na minha forma de ver, esta é uma ferramenta que nos faz acreditar que os nossos sonhos podem se tornar realidade”, filosofa.

Crescimento de 300% – Insegurança é uma palavra que não faz mais parte do vocabulário do cooperado Pedro Fernandes Moraes, de Pitanga, no Centro-Oeste do Paraná, que participou da 8ª turma de jovens líderes da Coamo. Depois que participou do curso ele passou a ter mais coragem para tomar decisões na propriedade. “Percebi, logo nas primeiras aulas, que o receio de errar limitava muito o meu crescimento como agricultor. Então decidi driblar de vez a insegurança e só obtive sucesso, profissional e pessoal”, garante.

Para Moraes, o curso abriu caminho para o sucesso. No primeiro ano após o curso ele já atingiu 30% das suas metas pré-estabelecidas. E hoje, quatro anos depois, ele comemora o fato de ter triplicado o seu capital com uma novidade: o aumento da qualidade de vida da família. “Antes eu pensava apenas no trabalho. Mas ninguém vive assim. A partir do curso também passei a valorizar mais vida e a priorizar os momentos de lazer em família. Não só pensando em trabalhar, mas trabalhar de uma forma mais organizada, com planejamento, e sem abrir mão do direito de estar perto curtindo os momentos bons da vida em família”, comemora.

Daqui para frente, com o caminho já trilhado, Moraes acredita que é só seguir esses conceitos para crescer cada vez mais. “Buscando produtividade com qualidade de vida e sempre mantendo a união com a Coamo, que é quem tem possibilitado a realização dos nossos sonhos”, aponta o cooperado.

Pós-graduação em Cooperativismo – Para o cooperado Cláudio Chagas, de Mamborê, no Centro-Oeste paranaense, que participou da 1ª turma de jovens líderes cooperativistas da Coamo, o convite para participar do curso foi uma oportunidade para que ele pudesse abrir caminho para a coletividade. “Aceitei o convite com expectativa de ampliar os meus conhecimentos, tanto pessoal quanto profissional. E foi o que, de fato, aconteceu; não só comigo, como com toda minha família e com as pessoas que estão ao meu redor”, ressalta, afirmando que a partir do treinamento passou a conhecer a fundo a filosofia cooperativista que privilegia a união em favor do bem comum.

O fato de conseguir absorver esses conceitos e aplicar na propriedade tem sido uma constante na vida de Chagas. “Para mim foi uma pós-graduação em cooperativismo. As lições que tirei de tudo o que vivenciei no treinamento ficarão para sempre em minha memória e atitudes. Hoje, doze anos depois, sinto que sou uma outra pessoa. Vejo a vida diferente. Procuro fazer sempre o melhor, seja na minha propriedade ou na minha cooperativa”, finaliza.

Líderes da Coamo no Dia do Cooperativismo

Mais de 500 cooperados participaram de encontro que destacou os desafios do sistema e as perspectivas para a nova safra

Para a Coamo e a Credicoamo, celebrar o Dia Internacional do Cooperativismo é motivo de orgulho. Neste ano, a exemplo dos anteriores, a data foi comemorada com a realização de um grande encontro que envolveu as lideranças dos comitês educativos e conselhos de Administração e Fiscal das duas cooperativas, além de representantes das 12 turmas do Programa Coamo de jovens Líderes Cooperativistas. Mais de 500 cooperados compareceram ao evento realizado dia 27 de junho, em Campo Mourão. Eles acompanharam palestras que destacaram o panorama atual e os desafios do sistema, além das perspectivas para os mercados de soja e milho, na safra 2008/2009.

Cooperativismo sustentável – O diretor-presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini, abriu o encontro. Ele destacou que a proposta do sistema para este ano é a luta contra a mudança climática. “Depois de revolucionar os setores em que estão envolvidas, participando ativamente da construção de resultados econômicos, através da geração de tecnologias, e gerarem maior qualidade de vida entre as pessoas, as co-operativas têm uma nova missão pela frente: trabalhar para manter a sustentabilidade econômica e social sem abrir mão da ambiental. Afinal, a mudança climática é mais do que uma simples preocupação ambiental; tem um impacto inegável no bem estar econômico e social dos povos em todo o mundo”, afirmou Gallassini.

O presidente da Coamo reforçou que quando existe união em torno dos objetivos não existem barreiras que não são superadas. “Este é o projeto da Coamo e da Credicoamo. Estamos sempre focados no bem-estar da coletividade e na proposta de consolidar a filosofia em uma prática cada vez mais presente ao dia-a-dia das famílias que estejam ligadas às cooperativas de forma direta ou indireta”, salientou. Para Gallassini, “o cooperativismo é um movimento democrático que atua diretamente como agente de desenvolvimento, contribuindo para a melhoria sócio-econômica e promovendo o progresso, através da geração de empregos, renda, tributos, desenvolvimento e qualidade de vida”.

Tecnologia de aplicação – Ainda durante o encontro da Coamo e Credicoamo, os cooperados também acompanharam palestra do gerente de Assistência Técnica da Coamo, Nei Leocádio Cesconetto, que tratou de informar os agricultores sobre os recursos para aprimorar a qualidade das pulverizações de agroquímicos nas lavouras. Ele apresentou os números do Programa Coamo de Tecnologia de Aplicação de Defensivos Agrícolas (TA), lançado como mais uma ferramenta de apoio ao produtor rural. Cesconetto destacou que “os avanços neste segmento são fundamentais para a redução do desperdício de agroquímicos – que estão entre os produtos que mais pesam no custo de produção; de tempo e de dinheiro do produtor rural, por jogar o produto fora, ou por comprometer a produtividade final das lavouras”.

Mercados – E fechando o evento, os associados acompanharam uma palestra com o analista de mercado agropecuário, André Pessoa, da empresa Agroconsult. Convidado especial para o encontro, ele discorreu sobre as perspectivas para os mercados de soja e milho na safra 2008/2009, apresentando o cenário para a comercialização de grãos.

FALA COOPERADO:

 
Edílson Fornari, de Honório Serpa (Sudoeste do Paraná) – “Fazer parte do cooperativismo é uma oportunidade ímpar para nós, agricultores. Dentro do sistema cada um de nós fica mais forte. Só temos a comemorar, sobretudo pelo sucesso nosso e da Coamo”.
 
Carlos Spies, de Nova Santa Rosa (Oeste do Paraná) – “Penso que o cooperativismo é uma ferramenta importante para o nosso desenvolvimento profissional e pessoal. É um sistema que valoriza o nosso negócio. É sempre um prazer comemorar o sucesso do cooperativismo e da Coamo”.
 
 
Rafael Hada, de Juranda (Centro-Oeste do Paraná) – “Tenho muita satisfação em participar do movimento cooperativista, principalmente aqui dentro da Coamo, que nos garante apoio e facilita a nossa vida. Por causa disso, nossa parceria só tende a crescer”.
 
Luiz André, de Engenheiro Beltrão (Norte do Paraná) – “O cooperativismo já faz parte do nosso dia-a-dia. Depois que incorporamos esta filosofia, mudamos o nosso jeito de viver. No trabalho e na família, o movimento nos remete ao desenvolvimento, sempre para melhor”.
 

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