Coamo em “Marcas de Expressão” COOPERATIVA
ESTÁ ENTRE AS DEZ MAIORES MARCAS DO PARANÁ
A Coamo é uma das marcas das cooperativas paranaenses citadas
na pesquisa realizada pelo anuário Expressão Marcas,
da editora catarinense Expressão. A pesquisa “Grandes
Marcas do Sul” foi realizada no Paraná, Santa Catarina
e Rio Grande do Sul, envolvendo 24 categorias. A Coamo foi citada
entre as dez maiores marcas do Paraná, ocupando a 3ª
posição, com 2,8% dos votos da pesquisa.
“Naturalmente, a exposição da marca Coamo na
mídia é decisiva para sua percepção
pela sociedade”, explica o superintendente Comercial da Coamo,
Roberto Petrauskas.
SUCESSO – A linha de produtos alimentícios
da Coamo formada por margarina, creme vegetal, óleo refinado
de soja, farinha de trigo, gordura vegetal, café torrado,
moído e à vácuo é produzida no seu parque
industrial em Campo Mourão. Os produtos levam as marcas Coamo
e Primê a supermercados e mercearias de diversos estados brasileiros,
além das commodities farelo e óleo degomado de soja.
Os produtos
coamo são comercializados nos mercados interno e externo,
com qualidade reconhecida, graças à observância
de rigorosos padrões de controle de produção,
como os programas Iso 9000, BPF/APPCC, sistemas certificados internacionalmente
para segurança alimentar.
Completam o complexo industrial da Coamo uma refinaria de óleo
de soja com capacidade para 360 toneladas/dia; uma fábrica
de gordura hidrogenada com capacidade de 100 toneladas/dia; uma
indústria de margarina e creme vegetal com capacidade para
120 toneladas/dia; uma fiação de algodão com
capacidade para 20 toneladas de fio/dia e um moinho de trigo, que,
juntamente com mais uma unidade arrendada, industrializam 100 toneladas
de trigo por dia.
No mercado externo são comercializadas as commodities agrícolas
nos sistemas FOB e CIF, com certificado de rastreabilidade, que
garante o controle do produto coamo do campo até o seu destino.
|
Agroanálises |
SOJA
Mercado
bastante especulativo em cima do clima nas lavouras americanas.
O último relatório de condições
das lavouras nos EUA, do dia 19/06, apresentou 96% plantado
e destes 11% excelente, 52% bom, 29% regular, 6% fraco
e 2% bem fraco. Para o momento estes índices estão
dentro do normal. Até o próximo relatório
do USDA – Departamento de Agricultura dos Estados
Unidos (12/07) o mercado deve continuar bastante especulativo.
|
MILHO
Mercado
continua ofertado e com pouquíssimas negociações
acontecendo aos níveis do comprador. A colheita
da safrinha deixa o mercado pressionado, com vendedores
oferecendo produto posto nas fábricas, com preços
abaixo das ofertas. Os leilões que o governo tem
feito, não poderiam ter sido em pior momento para
o mercado. O comprador sabe que o volume a ser comercializado
pelo produtor ainda é grande. Desta forma, o mercado
continua praticamente parado. |
CAFÉ
Os
preços do café na bolsa de NY caíram
15% entre 07 e 20/06 de liquidação de posições
especulativas de fundos que, na ausência de problemas
climáticos não resistiram à pressão
vendedora. No lado fundamental, as safras menores ainda
não causaram redução dos estoques
nos países consumidores, o que deixa os torradores
mais tranqüilos nas suas compras. Os fundos, por
sua vez, só voltarão a comprar caso haja
um problema climático pela frente, caso contrário,
os preços devem manter-se estáveis no curto
prazo. |
ALGODÃO
Conforme
nossos comentários das últimas duas edições
do Jornal Coamo, praticamente nada mudou o cenário
do mercado, que continua extremamente retraído
pela falta de compradores e pelo volume de produto da
safra passada oriundo da região Centro-Oeste do
país que acabou por ser comercializado em plena
colheita desta safra. As condições das indústrias
de fiação na questão da comercialização
do fio ainda não são boas, haja vista existir
indústrias reduzindo as atividades diante dos grandes
estoques de fio existentes. Os poucos negócios
registrados no mercado, vem sendo movimentado pelas subvenções
do Governo Federal, através dos leilões
de PEP – Prêmio para Escoamento de Produto,
com o qual e com muita dificuldade vem possibilitando
o pagamento do preço mínimo ao cotonicultor,
que por outro lado este também não está
conseguindo viabilizar a cultura diante dos custos de
produção. Considerando a previsão
de uma safra maior que o consumo, dificuldades de exportação
em função da desvalorização
do dólar frente ao real e a grande necessidade
de venda por parte dos cotonicultores, principalmente
os do centro-oeste do país, onde a colheita está
praticamente se iniciando, não se vislumbra um
bom cenário para este mercado no curto prazo. |
TRIGO
Desde o início do mês de abril o mercado
praticamente não apresentou novidades, desde quando
estamos a vivenciar um quadro bastante caótico
na comercialização do trigo no mercado interno,
provocado principalmente pelo desequilíbrio no
quadro de oferta e demanda da safra 2004, onde se registrou
uma safra brasileira de 6,0 milhões de toneladas
contra um consumo também em torno de 6,0 milhões
de toneladas (consumo do Estado de Minas Gerais para o
Sul do Brasil, já que por questões de frete
torna-se inviável a comercialização
de trigo para o nordeste do país). Considerando
as importações realizadas, temos no momento
a existência de um estoque de trigo suficiente para
abastecimento do mercado interno pelo menos até
o próximo mês de outubro. O Governo Federal,
por sua vez, vem desde o início do mês de
maio promovendo a venda de seus estoques, cujos preços
de venda, que é o preço mínimo, não
estimulou os compradores e nada foi vendido desde então,
o que concomitantemente com a baixa cotação
do dólar frente ao real, deverá manter o
mercado bastante retraído. |
|
| VARIAÇÕES |
jan/05 |
fev/05 |
mar/05 |
abr/05 |
mai/05 |
Acumulado
Período |
Acumulado
12 meses |
| IGPM (% AO MÊS) |
0,39% |
0,30% |
0,85% |
0,86% |
-0,22% |
2,95% |
9,08% |
| TR (% AO MÊS) |
0,19% |
0,96% |
0,26%
|
0,20%
|
0,25% |
1,25% |
2,23% |
| DÓLAR COMERCIAL (%AO MÊS) |
-1,12% |
-1,14%
|
2,74% |
-5,06% |
-5,04% |
-11,97% |
-23,19% |
| TJLP (% AO MÊS) |
9,75% |
9,75% |
9,75% |
9,75% |
9,75% |
|
|
| SOJA |
1,72% |
11,54% |
20,34% |
8,77% |
5,56% |
59,52% |
181,57% |
| MILHO |
8,47% |
1,54% |
25,93% |
13,33% |
0,67% |
67,63% |
154,87% |
| ALGODÃO |
0,00% |
0,00% |
0,00% |
0,00% |
0,00% |
0,00% |
5,33% |
| TRIGO (PH 78) |
0,00% |
2,15% |
18,28% |
0,00% |
4,76% |
26,58% |
69,47% |
Poder de Troca mês a mês
|
MÁQUINAS/
INSUMOS X PRODUTOS |
jan/05 |
fev/05 |
mar/05 |
abr/05
|
mai/05 |
MÉDIA
DO PERIODO |
MÉDIA
ULT. 12 MESES |
| TRATOR NEW HOLLAND
TM-135 - 125 CV (COMPLETO) |
| SOJA |
6.154 |
6.291 |
5.538 |
6.050 |
6.486 |
6.130 |
5.588 |
| MILHO |
14.634 |
13.206 |
11.803 |
11.250 |
11.921 |
12.938 |
12.416 |
| ALGODÃO (TIPO 6) |
12.000 |
11.533 |
12.000 |
13.433 |
13.433 |
12.400 |
11.843 |
|
TRIGO (PH 78) |
8.571 |
9.202 |
8.867 |
8.182 |
8.372 |
8.628 |
7.999 |
| COLHEITADEIRA NEW HOLLAND
TC 57 (COMPLETA) |
| SOJA |
12.650 |
13.236 |
11.692 |
12.773 |
13.694 |
12.819 |
11.797 |
| MILHO |
30.081
|
27.786
|
24.918 |
23.750 |
25.166 |
27.026 |
26.209 |
| ALGODÃO (TIPO 6) |
24.667 |
24.267 |
25.333 |
28.358 |
28.358 |
25.942 |
25.042 |
| TRIGO (PH 78) |
17.619 |
19.362 |
18.719 |
17.273 |
17.674 |
18.044 |
16.887 |
| PLANTADEIRA PSE 8 2S
(COM CÂMBIO) |
| SOJA |
1.462
|
1.555
|
1.269 |
1.387 |
1.486 |
1.441 |
1.344 |
| MILHO |
3.476 |
3.263 |
2.705
|
2.578 |
2.732 |
3.045 |
2.991 |
| ALGODÃO (TIPO 6) |
2.850 |
2.850 |
2.750 |
3.078 |
3.078 |
2.909 |
2.852 |
| TRIGO (PH 78) |
2.036 |
2.274 |
2.032 |
1.875 |
1.919 |
2.029 |
1.924 |
| PULVERIZADOR COLUMBIA
MAXTER FLOW |
| SOJA |
1.179 |
1.255
|
1.062
|
1.160 |
1.257 |
1.185 |
1.063 |
| MILHO |
2.805 |
2.634 |
2.262 |
2.156 |
2.310 |
2.501
|
2.359 |
| ALGODÃO (TIPO 6) |
2.300
|
2.300 |
2.300 |
2.575 |
2.603 |
2.396
|
2.250 |
| TRIGO (PH 78) |
1.643 |
1.835 |
1.699 |
1.568 |
1.622 |
1.668 |
1.521 |
| CALCÁRIO |
| SOJA |
2 |
2 |
2 |
2 |
2 |
2 |
2 |
| MILHO |
4 |
4 |
3 |
3 |
3 |
4 |
3 |
| ALGODÃO (TIPO 6) |
3 |
3 |
3 |
4 |
4 |
3 |
3 |
| TRIGO(PH 78) |
2 |
3 |
3 |
2 |
2 |
2 |
2 |
| Para o cálculo da pariedade
dos produtos X máquinas e insumos foram utilizados
os preços praticados no último dia do mês. |
|
|