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Coamo Agroindustrial Cooperativa | Edição 373 | Junho de 2008 | Campo Mourão - Paraná

Confiança

O valor de uma parceria

Em Laguna Carapã dona Dinorá Bergamaschi e o filho Ronaldo comemoram e reforçam importância do apoio recebido da Coamo

Parceria é uma expressão que a dona Dinorá Bergamaschi e o filho dela, Ronaldo, jamais vão esquecer. Eles incorporaram todo o contexto que norteia a palavra e deixaram para trás as dificuldades do passado. Em Laguna Carapã, no Sul do Mato Grosso do Sul, mãe e filho comemoram o desenvolvimento da propriedade depois que verificaram que a união dos dois poderia ser ainda mais forte e estável com o apoio da Coamo, que se instalou na região em 2004. As lições do trabalho conjunto serviram para fortalecer os negócios e indicar que o novo caminho não era o único, mas, sem dúvida, o mais seguro para o estilo de administração conduzida pelos cooperados.

“Antes os negócios eram feitos em diversos locais. O controle era difícil e o custo operacional para manter a propriedade, mais elevado”, destacam os Bergamaschi, que receberam a reportagem do Jornal Coamo na varanda da bela casa que está sendo reformada por eles na fazenda de 165 alqueires destinada, exclusivamente, ao cultivo de grãos. “Depois que concentramos os negócios na Coamo percebemos a redução de cerca de 15% nos custos dos insumos e também do frete para a entrega da produção”, revelam.

Mão dupla – Mãe e filho sempre trabalharam juntos. A família chegou à região em 1972 e há 13 anos os dois tocam a propriedade. Eles contam que passaram por maus momentos, no início, diante do pouco conhecimento com a parte prática da condução das lavouras. No entanto, disposição nunca faltou para os dois e a primeira safra de soja dos Bergamaschi rendeu pouco mais de 100 sacas por alqueire. “Os anos passaram e as dificuldades continuaram. Sentíamos falta de uma mão amiga, que pudesse nos amparar, com seriedade e segurança naquilo que não podíamos controlar como é o caso da compra dos insumos, a assistência técnica, a armazenagem e a comercialização da safra”, conta dona Dinorá.

A Coamo, segundo ela, proporcionou as garantias que a família buscava. “Nossa parceria foi sendo construída lentamente, com base na confiança. Hoje não temos mais razão para buscarmos vantagens momentâneas em outras empresas. Tudo o que precisamos a cooperativa nos fornece e sempre com vantagens competitivas. E quando os benefícios não são imediatos eles vêm depois, como é o caso das sobras”, comemoram.

Equilíbrio do solo – Uma das primeiras ações conjuntas entre os Bergamaschi e a Coamo foi o equilíbrio da fertilidade do solo da fazenda. Com foco na agricultura de precisão, as amostras do solo foram retiradas de forma mais detalhada. A ação permitiu que a correção fosse feita de forma localizada, somente onde havia necessidade do corretivo, permitindo uma economia de produtos e de trabalho. “Como os demais serviços proporcionados pela Coamo, a assistência técnica é de primeira. A cooperativa está sempre preocupada em orientar o agricultor para uma maior produção e não apenas com a questão comercial. Percebemos que a filosofia é oferecer oportunidade para que o produtor se desenvolva cada vez mais, no campo. Era tudo o que precisávamos”, valoriza Ronaldo.

Resultados – Nas últimas três safras os Bergamaschi têm alcançado boas produtividades com as lavouras, tanto no verão quanto no inverno. A média da soja é de 133 sacas por alqueire e está acima da regional. Com o trigo, os resultados dos últimos anos ficaram aquém do esperado, em função do clima. No entanto, para esta safra as lavouras estão com um desenvolvimento acima da média e a expectativa é que a produtividade média fique próxima a alcançada com a soja.