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Coamo Agroindustrial Cooperativa | Edição 426 | Junho de 2013 | Campo Mourão - Paraná

Parceria

Quem conhece, confia

Cooperado de Laguna Carapã, no MS, está contente com os resultados e destaca a tranquilidade em trabalhar com a Coamo


Há 30 anos trabalhando com a Coamo, o cooperado Sebastião Afonso Floriani Rafaelli de Lagunita, distrito de Laguna Carapã, no Mato Grosso do Sul, por conhecimento de causa tem a certeza de que pode confiar na cooperativa. Uma história que começou em Mamborê, quando o cooperado ainda morava no Paraná, e que percorreu quilômetros até chegar no Mato Grosso do Sul, local onde o ‘seo’ Sebastião reside atualmente.

Para o cooperado, um dos incentivadores para que a Coamo se instalasse no Estado, com a cooperativa por perto se tem mais tranquilidade e segurança. “Sem a Coamo não tínhamos para quem entregar a soja, por isso, eu lutei para trazer a Coamo ao MS. Agora estamos contentes com os resultados. É daqui para melhor”, comemora.

Outro aspecto que ‘seo’ Sebastião destaca é o impulso que a Coamo deu à difusão de tecnologias. “Se não fosse a Coamo, o Mato Grosso do Sul estaria atrasado. Por intermédio da cooperativa, a mentalidade do povo mudou. Antes os produtores colhiam 70 sacas de soja por alqueire, o que não é mais assim. Evoluímos graças a uma assistência técnica de qualidade que vem sendo prestada”, conta o cooperado.

Para quem ainda não se associou à Coamo, o cooperado diz que ele mesmo garante que a segurança é real. “Eu digo a outros produtores rurais que devem entregar os produtos na Coamo. Para um agricultor, por exemplo, eu disse que se caso ele entregasse e não recebesse, eu mesmo pagaria. Digo isso, pois confio de olhos fechados na Coamo”, garante Rafaelli.

Com médias de produtividades crescentes em uma área de pouco mais de 152 alqueires, ‘seo’ Sebastião, ainda explica o cenário agrícola do Estado. “Chegamos a conclusão de que a soja é a safrinha e o milho safrinha é a ‘safrona’. Dá mais lucro no inverno do que no verão, por conta do clima. A lavoura de inverno se tornou a prioridade.”

O associado que tem a Coamo praticamente na porta de casa ainda reforça a importância do planejamento realizado em parceria. “Tenho muita tranquilidade com a cooperativa que é uma riqueza para nós”, salienta.

De acordo com o agrônomo do Departamento Técnico em Laguna Carapã, Flávio Emílio Pizzigatti, com a chegada da Coamo ao MS, analisando as médias produtivas dos últimos sete anos, percebe-se um crescente aumento de produtividade. “Os números têm sido muito satisfatórios para nós. Um exemplo de evolução está na adoção de fungicidas, que até a safra passado o produtor daqui não acreditava na eficácia, mas nessa última safra tivemos uma aceitação muito boa. Têm lavouras até com duas aplicações de fungicida, ajudando muito nosso trabalho e o implemento de produtividade”, avalia Flávio.

Sobre as médias da região, o agrônomo revela que os cooperados obtiveram nas culturas de milho resultados de 170 a 180 sacas por alqueire, em alguns casos, chegando até 200. Já na soja, apesar de problemas climáticos decorrente dos últimos anos, evoluiu também. No começo eram médias de 85 sacas por alqueire. Agora chegam a 133 por alqueire no município. “Uma evolução muito importante tanto para a assistência técnica quanto cooperado, reforçando ainda mais a credibilidade da Coamo junto aos produtores”, considera.