Site Coamo
Coamo Agroindustrial Cooperativa | Edição 372 | Maio de 2008 | Campo Mourão - Paraná

Fatos & Fotos

Light, a mais nova margarina da Coamo

Mais leve e saudável, novidade já pode ser encontrada nos supermercados

A Coamo acaba de lançar no mercado a sua nova margarina: a Coamo Light. Mais leve, saudável e saborosa, a novidade já pode ser encontrada nos supermercados. A nova margarina da linha alimentícia da Coamo foi apresentada recentemente aos cooperados e funcionários da cooperativa na “Semana de Degustação” promovida em todos os 53 entrepostos da cooperativa nos estados do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. O lançamento oficial da margarina Coamo Light aconteceu em São Paulo para o público consumidor e supermercadistas de vá-rias regiões do país na Feira APAS – Associação Paulista de Supermercados.

Menos calorias – A Coamo Light é uma margarina com 30% de gordura, com sal e com redução em 50% de calorias. É produzida com alta tecnologia, obedecendo aos critérios de BPF – Boas Práticas de Fabricação e APPCC – Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle. Enriquecida com vitaminas “A”, “D” e “E”, a nova margarina é produzida com zero de gordura trans.

Soja não-transgênica – Segundo o superintendente Comercial da Coamo, Alcir José Goldoni, a Coamo Light é indicada para passar em pães e como ingrediente em receitas de baixa caloria, podendo ser utilizada em molhos, ensopados, massas, tortas, bolos e sobremesas, além de realçar o sabor dos alimentos e deixar os doces e salgados mais leves. “Entre outros atributos a margarina é originada de soja não-transgênica, produzidas pelos cooperados da Coamo, e envasada em potes personalizados, com selo de segurança que garante melhor conservação do produto e evita a sua contaminação”, destaca Goldoni.

Inovação – As indústrias da Coamo estão entre as mais inovadoras do país e estão sempre primando pela fabricação de produtos com qualidade, a partir de matérias-primas produzidas nos campos dos seus cooperados. “Os Alimentos Coamo vêm aumentando a sua participação no mercado a cada ano, motivados pela sua qualidade, sabor e grande aceitação dos consumidores. Através da industrialização, a cooperativa cumpre com um dos seus principais objetivos que é agrega maior valor a produção dos seus cooperados”, afirma José Aroldo Gallassini, diretor-presidente da Coamo.

 


Colheita de verão

Encerrada a colheita da safra de verão 2007/2008 é hora de computar os resultados. Na área de ação da Coamo (Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul), o trabalho já foi praticamente todo concluído e as produtividades, para alegria dos produtores, superaram as expectativas, principal-mente com a cultura do milho. De acordo com dados do Detec da Coamo, os cooperados cultivaram nesta safra 12% a mais de milho, em comparação com o ano anterior. Além da área de plantio houve também um aumento de produtividade, de aproximada-mente 5%, em ralação ao ano passado, atribuído ao bom pacote tecnológico utilizado, bem como o favorecimento do clima e a assistência técnica da Coamo.

“As médias de produtividade do milho foram fechadas ao redor de 320 sacas por alqueire”, revela o agrônomo Antonio Carlos Ostrovski, supervisor de Unidades da Coamo. Ele diz que esta é a maior produtividade em milho de toda a história da cooperativa Coamo.

Soja – Ao contrário do milho, com a soja os resultados não foram os melhores, em razão de adversidades climáticas, como chuva em excesso na época de colheita em algumas regiões. Mas ainda assim renderam um bom lucro os produtores. Conforme Ostrovski, entre os últimos dez anos, esta safra foi a quinta melhor, com uma produtividade de 114,5 por alqueire. “Foi uma safra normal, mas poderia ter sido melhor, uma vez que já tivemos resultados superiores. Em algumas regiões houve recorde de produtividade, enquanto em outras, os resultados ficaram bem abaixo do esperado, o que contribuiu para reduzir a média geral”, explica.

Jovens líderes, 12ª turma

Com a palestra “Visão Global da Coamo: quem somos e aonde que-remos chegar”, o diretor-presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini, abriu a 12ª turma do Programa Coamo de Formação de Jovens Líderes Cooperativistas. Inédito no país em educação cooperativista, o programa já formou 500 agricultores. Neste ano, são mais 50 cooperados, representantes de 30 entrepostos da área de atuação da cooperativa, que durante quatro meses, de maio a agosto, estarão melhorando os seus conhecimentos sobre diversos temas, como cooperativismo; planejamento estratégico; gerenciamento empresarial; análise e interpretação de balanço, além de conhecer melhor o funciona-mento e a estrutura da cooperativa, através dos seus produtos e serviços.

Futuro promissor – “A Coamo acredita que o processo de mudança para tornar o agronegócio cada vez mais produtivo e eficiente passa, necessariamente, pela formação, educação e o desenvolvimento do quadro social; de modo especial, pelos jovens cooperados”, afirma Dr. Aroldo Gallassini.

Vazio Sanitário

De 15 de junho a 15 de setembro os produtores paranaenses não poderão cultivar soja no Estado. Nem mesmo as plantas voluntárias poderão permanecer vivas neste período, em razão do Vazio Sanitário Vegetal, estabelecido pela resolução 120/2007, que institui o Programa Estadual de Controle de Ferrugem Asiática da Soja (PECFS). A SEAB/DEFIS fiscalizará o cumprimento da resolução, com base na Lei Estadual 11.200 de 13/11/95. Caso haja descumprimento, serão tomadas as medidas legais – Lei Estadual de Defesa Sanitária do Paraná.

Coamo líder

O jornal Indústria & Comércio, em parceria com a Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Paraná (FACIAP), e a Fundação de Estudos Sociais do Paraná (FESP), entregou no dia 19 de maio, o 6º Prêmio Maiores Exportadores do Paraná - 2007. O prêmio foi criado em reconhecimento às empresas que mais exportam, empregam e geram renda no Paraná. Entre as eleitas, 10 são cooperativas paranaenses, sendo que a Coamo figura em 8º lugar geral e em primeiro lugar entre as cooperativas. (Com informações do Paraná Cooperativo)

Embalagens vazias

O Paraná está entre os estados brasileiros que mais contribuem para a destinação final de embalagens vazias de defensivos agrícolas no país. Os agricultores paranaenses retiraram, entre janeiro e abril de 2008, um total de 1.345,7 toneladas de embalagens vazias do campo. Esse resultado expressa um aumento de 47% no volume de embalagens destinadas neste ano, comparando com o mesmo período de 2007. Em abril, Paraná destinou 492 toneladas de embalagens vazias, o equivalente a 22% do total recolhido em todo país durante o mês.