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Coamo Agroindustrial Cooperativa | Edição 356 | Novembro de 2006 | Campo Mourão - Paraná

36 anos

Coamo: passado, presente e futuro

Cooperativa completa 36 anos e mantém política voltada para uma maior renda e qualidade de vida aos seus associados

Vinte e oito de novembro de 1970, em Campo Mourão (Centro-Oeste do Paraná). Esta data marca a data da fundação da Coamo, que nasceu de idéias, ideais e do sonho de 79 agricultores que se uniram para agir positivamente na firme conquista de seus objetivos comuns. E hoje, passadas quase quatro décadas, a Coamo é realidade para milhares de pessoas que acreditam no cooperativismo e na força da união.

A Coamo tem sua origem fundamentada na força do homem do campo, é uma cooperativa que nasceu no interior, 100% nacional e que tem na união dos seus co-operados, diretoria e funcionários, motivos que impulsionam o desenvolvimento e o progresso de dezenas de municípios e comunidades nos estados do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, resultando em benefício direto de milhares de famílias.

Através de seus profissionais, a Coamo continuou incessante-mente nos seus 36 anos de existência, proporcionando a família cooperada uma ampla estrutura de assistência técnica, educacional e social com o objetivo de incrementar e agregar maior renda e qualidade de vida aos seus cooperados e familiares.  Em 2006, já foram realizados mais de 1.800 eventos que possibilitaram a capacitação de cerca de 80 mil pessoas. Este número representa a preocupação da cooperativa com o desenvolvimento técnico e social do seu quadro social e familiar. Representa também que a forte atuação na formação e educação cooperativista estabelecendo que em cada dia do ano acontecem uma média de cinco eventos na área de ação da co-operativa congregando e aprimorando mais de 200 pessoas.

“A expressiva participação e confiança dos cooperados no dia-a-dia é  que dá sentido à existência e a eficiência da Coamo, uma co-operativa que é orgulho para todos e que tem na melhoria do status sócio-econômico dos associados uma objetivo constante da sua administração. Parabenizamos a todos: cooperados, diretoria e funcionários por mais um ano de bons resultados da Co-amo”, diz o engenheiro agrônomo José Aroldo Gallassini, idealizador e presidente da Coamo.

Produtos Coamo: do campo para a mesa dos brasileiros

O campo não é o único lugar onde se pode ver realizado o trabalho da Coamo e de seus mais de 19 mil cooperados. Nas prateleiras dos supermercados e como matéria-prima para diversos outros produtos, a produção dos associados ganha maior valor e, assim, chega diretamente às mesas dos consumidores brasileiros e de outros países. O trabalho dos agricultores está impresso na força das marcas Coamo e Primê e atreladas ao profissionalismo, competência e qualidade, em todos os elos da cadeia produtiva. São valores cultuados desde a fundação da co-operativa e que estão internalizados em cada uma das pessoas que estão ligadas direta e indiretamente com os negócios da Coamo.

No campo, o trabalho dos co-operados se estende por quase 4 milhões de hectares de terras que produzem, anualmente, o recebimento e a comercialização de mais de 3 milhões de toneladas de grãos. Assim, a cooperativa responde por 3,3% de toda a produção nacional de grãos e fibras e 15% da safra paranaense, atuando em 53 municípios do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. E quando o assunto é o mercado externo, mais um motivo de orgulho: a Coamo exporta 24% do total de todas as cooperativas brasileiras.

As indústrias também têm especial importância para a Coamo porque além de agregarem valor à produção dos cooperados geram competitividade num mercado globalizado.

O parque industrial da Coamo é composto por três indústrias de esmagamento de soja, entre próprias e arrendadas, cujas capacidades de produção, somadas, são de 5.250 mil toneladas/dia. Uma refinaria de óleo de soja com capacidade para 360 toneladas/dia; uma fábrica de gordura hidrogenada com capacidade de 100 toneladas/dia; uma indústria de margarina com capacidade para 120 toneladas/dia; uma fiação de algodão com capacidade para 20 toneladas de fio/dia e um moinho de trigo, que, juntamente com mais uma unidade arrendada, industrializam 100 toneladas de trigo por dia.

A agroindustrialização é uma for-ma de agregar maior valor à produção dos associados. Isto significa que os próprios associados estão sendo mais valorizados, uma vez que a produção está sendo entregue diretamente na mesa do consumidor, gerando mais receita e renda.