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Coamo Agroindustrial Cooperativa | Edição 367 | Novembro de 2007 | Campo Mourão - Paraná

Fatos & Fotos

Coamo no topo do agronegócio

Cooperativa foi eleita pela revista Carta Capital a empresa Mais Admirada do Agronegócio, no Brasil, em 2007

A revista Carta Capital entregou no dia 29 de outubro, em São Paulo, o prêmio “As Empresas Mais Admiradas no Brasil” em 47 segmentos da economia nacional. A Coamo foi eleita para receber a premiação no segmento Agronegócios. O diretor-presidente da cooperativa, José Aroldo Gallassini, esteve na solenidade de entrega dos prêmios e recebeu a honraria em nome dos 20 mil associados e os mais de 4 mil funcionários da cooperativa. A entrega do troféu contou com a participação de 600 convidados, entre eles, o presidente da República em exercício, Arlindo Chinaglia.

Quesitos – As empresas vencedoras tiveram os melhores desempenhos nos 12 fatores-chave pesquisados que inclui: capa-cidade de competir globalmente; compromisso com o país; compromisso com RH; ética; inovação; notoriedade; qualidade de gestão; qualidade de produtos e serviços; respeito pelo consumidor; comprometimento com o desenvolvimento sustentável; responsabilidade social e solidez financeira.

No ranking apontado pela pesquisa, a Coamo obteve 14,12 pontos porcentuais, num total de 16, contra 12,50 pontos da segunda colocada. Entre os fatores-chave destaques da cooperativa estão a ética, a responsabilidade social, a solidez financeira e o comprometimento com o desenvolvimento sustentável.

Pesquisa – Esta foi a 10ª edição da pesquisa. O trabalho foi realizado junto a 1.276 executivos de 593 companhias e buscou traduzir a imagem das empresas em seus respectivos segmentos de negócios.

As dez Mais Admiridas do Brasil
1° lugar - Natura 6° lugar - Embraer
2° lugar - Vale do Rio Doce 7° lugar - Microsoft
3° lugar - Nestlé 8° lugar - Real ABN Anro
4° lugar - Petrobras 9° lugar - Votorantin / Aple
5° lugar - Gerdau 10° lugar - Coca-Cola

Confaeab comemora 80 anos e homenageia a Coamo no CBA

A Coamo foi homenageada no dia 24 de outubro em Guarapari, no Espírito Santo, durante o XXV Congresso Brasileiro de Agronomia (CBA), realizado este ano com o tema “Agroenergia: o futuro do planeta em nossas mãos”. O even-to foi promovido pela Confederação dos Engenheiros Agrônomos do Brasil (Confaeab), que está comemorando 80 anos de fundação.

Para o presidente da Confaeab, Antônio de Pádua Angelim, as empresas e entidades homenageadas são merecedoras em face da contribuição ao desenvolvimento da agronomia e dos seus profissionais no país. Além da Coamo, também receberam homenagens o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), a Associação Nacional de Defesa Ambiental (ANDEF), o Banco do Brasil, o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Inca) e a empresa Aracruz Celulose. A cerimônia de premiação contou com personalidades ilustres que fizeram a história da agronomia no Brasil. A Coamo foi representada pelo engenheiro agrônomo Ri-cardo Accioly Calderari, diretor-secretário, que já fez parte de diretorias anteriores da Confaeab, representando a classe agronômica paranaense.

História – Fundada em 11 de agosto de 1927, no Rio de Janeiro, inicialmente como Sociedade Brasileira de Agronomia (SBA), a Confaeab é a Confederação Brasileira das Federações de Engenheiros Agrônomos do Brasil que representa mais de 100 mil profissionais que atuam diretamente no ensino, pesquisa, extensão, assistência técnica e agronegócio.

XXV CBA – “Na sua 25º edição, o congresso debateu temas importantes e pontuais. A Confaeab promoveu este evento para alinhar os conhecimentos entre os profissionais do setor e criar um fórum de debate dos principais temas contemporâneos, além de promover o intercâmbio de experiências”, explica Angelin, considerando que o agronegócio brasileiro possui uma relevante importância econômica e social, na medida em que representa cerca de 30% do PIB e gera 37% dos empregos.

País lidera o ranking de devolução de embalagens vazias de produtos agrícolas

O Brasil é o país com o maior porcentual de embalagens plásticas de defensivos agrícolas retiradas do meio ambiente, quando comparado a outros com programas similares ao de recolhimento de embalagens vazias de agrotóxicos. Em 2004, o país retirava do meio ambiente 86% das embalagens vazias de agrotóxicos. Em 2005, 87%. E no ano passado, o porcentual de embalagens de defensivos retiradas do meio ambiente pelo Brasil foi de 88%. Em segundo lugar está o Candá, que manteve uma média de 67% nos últimos dois anos. E em terceiro está a Alemanha, com 65% de embalagens recolhidas em 2006.

Além do Brasil, Canadá e Alemanha, também estão envolvidos, na pesquisa, os Estados Unidos, a Austrália, a França e a América Latina.

“Os dados constam de um levantamento feito pela Crop Life Conteiner Mannegement Meeting (fevereiro 2006 - Texas, EUA), e foram publicados pelo Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (InpEv)”, informa o agrônomo Edvan Abel Moraes, supervisor de Unidades da Gerência de Distribuição da Coamo.

Custo da destinação - O levantamento ainda mostra que o Brasil também possui o menor custo operacional de destinação final das embalagens plásticas lavadas: 0,32 centavos de dólar por quilo em 2006. O país manteve a posição dos últimos dois anos. Em segundo lugar está a Austrália, que gastou 1,12 dólar por quilo no ano passado.