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Coamo Agroindustrial Cooperativa | Edição 367 | Novembro de 2007 | Campo Mourão - Paraná

Manejo de Doenças

Monitoramento da soja em tempo real

Coamo, Bayer e Fundação ABC lançam SOS Soja. Serviço traz boletins por meio de celular, e-mails e pelo site na internet

Iniciado em 2003, durante a safra de verão, o projeto SOS Soja é um serviço diferenciado que vem sendo utilizado pela equipe técnica da Coamo para que os produtores obtenham todas as informações necessárias para o controle eficiente das doenças que atacam a cultura da soja, sobretudo a ferrugem asiática. O projeto, idealizado pela Bayer CropScience, em parceria com a Fundação ABC, traz novidades para esta safra, passando a atuar não apenas no diagnóstico das doenças, mas trabalhando com todo o monitora-mento das lavouras e distribuindo as informações através de uma rede cadastrada (agrônomos, pesquisadores, cooperativas e consultores técnicos), com boletins por meio de mensagens de celular, e-mails e pelo site da instituição, informando sobre o desenvolvimento da doença em tempo real.

“O objetivo do trabalho é identificar as principais doenças da parte aérea da soja, especialmente a ferrugem asiática, e oferecer condições para que técnicos e co-operados possam agir com rapidez e eficiência no controle das doenças”, informa o agrônomo Nei Leocádio Cesconetto, gerente Técnico da Coamo. Em parceria com a Bayer, a cooperativa man-tém, em Campo Mourão (Centro-Oeste do Paraná), desde 2004, um centro de diagnóstico para atender os cooperados de toda a sua área de atuação.

O lançamento do projeto aconteceu no dia 05 de novembro, na sede da Coamo, em Campo Mourão. Na ocasião, o coordenador Comercial da Bayer, Douglas Scalon, lembrou que no ano passado cerca de 10 mil amostras de soja forma analisadas no centro de diagnóstico da Coamo. “As informações geradas pelo projeto dão segurança ao produtor rural no momento de decidir sobre a aplicação para o controle da ferrugem. É este o propósito do trabalho”, destaca Scalon. Ele valorizou a parceria com a Coamo, elogiando a importância do centro de diagnóstico instalado na cooperativa para atender os seus cooperados.

Rede cadastrada – O programa funciona da seguinte forma: uma equipe de monitores, após o levantamento das informações, emite alertas para o centro de pesquisa da Fundação ABC. Assim, os pesquisadores da instituição realizam as análises e cruzam as informações com dados adicionais. Com os levantamentos consolidados, a Fundação ABC emite boletins para toda a rede cadastrada, informando como está o desenvolvimento e a probabilidade de incidência da doença. “É um serviço inovador na proteção de plantas, pois oferece um trabalho diferenciado, imparcial e idôneo aos sojicultores”, destaca o coordenador de Defesa Vegetal da Fundação ABC, Olavo Corrêa da Silva, que também esteve no evento.