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Coamo Agroindustrial Cooperativa | Edição 389 | Novembro de 2009 | Campo Mourão - Paraná

Monitoramento

Novo aliado na identificação de doenças

Programa Digilab, desenvolvido pela Basf na região da Coamo, ganha microscópio digital que amplia imagem em até 200 vezes

Iniciado no final do ano passado, o Programa de Identificação de Doenças Digilab, da Basf, criado para aperfeiçoar e dinamizar o diagnóstico de lesões nas mais diversas culturas, principal-mente a soja, foi aperfeiçoado e está ganhando um novo reforço. Anteriormente composto apenas por uma lupa de 80 vezes de aumento para identificação das doenças, agora o Digilab possui um microscópio digital, que conectado ao computador é capaz de aumentar a imagem em até 200 vezes, garantindo maior nitidez e facilidade no diagnóstico das lesões. E com o uso da internet, as informações coletadas podem ser compartilhadas de forma rápida e segura com agrônomos e pesquisadores de todo o Brasil. Com isso, é possível agilizar o trabalho da assistência técnica e dar mais segurança para o produtor quanto a tomada de decisão nos trata-mentos culturais.

O coordenador de marketing da Basf, Evaldo Moreira, responsável pelas regionais de Campo Mourão e Londrina, no Paraná, explica que o aperfeiçoamento do programa Digilab vai acelerar o processo de identificação e combate das doenças, assegurando um melhor controle com menor custo. Ele lembra que, na parceria com na Coamo, todos os entrepostos da cooperativa receberam o equipamento que será operado pelos próprios agrônomos, que já receberam treinamento para fazer o melhor diagnóstico possível. “É um equipamento que vai ajudar a identificar a situação real da lavoura. Com ele, o diagnóstico será rápido e o resultado imediato. Diante do quadro, teremos condições de precisar o momento de aplicação, seja preventivo ou curativo”, explica Moreira.

O gerente de assistência técnica da Coamo, Nei Leocádio Cesconetto, reforça dizendo que na parceria Coamo e Basf todos acabam ganhando, principalmente o co-operado que vai receber uma assistência técnica ainda mais qualificada e capaz de contribuir com o associado na condução das lavouras. Conforme Cesconetto, o grande diferencial do novo Digilab é a capacidade de identificar não apenas doenças com rapidez, mas também pragas e ervas daninhas, garantindo um melhor suporte preventivo para as lavouras. “Esse é um grande passo. Se antes conseguíamos ter um diagnostico preciso em doenças de soja, especialmente a ferrugem, hoje além desse fungo poderemos agilizar o tratamento de outras doenças e também de outras culturas bem como pragas e ervas e, isso é muito importante”, valoriza o gerente técnico, observando que o novo programa já está funcionando em todas as unidades da cooperativa no Paraná, Santa Catarina e em Mato Grosso do Sul.