|
Coamo altera razão social e aprova novos investimentos
Em assembléia, cooperados aprovaram investimentos de R$ 77 milhões
para a modernização industrial e de operações e também a expansão
da cooperativa para o Mato Grosso do Sul
Com
a presença de centenas de cooperados, a Coamo realizou no dia 25
de setembro, em Campo Mourão, duas assembléias extraordinárias.
Os eventos resultaram na aprovação de investimentos da ordem de
R$ 77 milhões para a modernização industrial e de operações, além
da alteração na razão social da cooperativa. Os associados também
aprovaram a construção de novos entrepostos no Paraná e a expansão
da cooperativa para o Estado do Mato Grosso do Sul, que já fazia
parte da área de atuação da Coamo.
A iniciativa faz parte do plano estratégico da cooperativa para
a safra 2003/2004 e complementa os investimentos realizados durante
a safra 2002/2003, quando a Coamo destinou R$ 66,3 milhões na adequação
do seu complexo industrial e estrutura de recebimento e armazenagem
de grãos.
“Do total
aprovado nas AGE’s, R$ 27 milhões serão aplicados na construção
de quatro entrepostos, sendo dois na região norte do Paraná (Faxinal
e Marilândia do Sul) e outros dois no sudoeste do Mato Grosso do
Sul (Amambaí e Caarapó)”, explicou o presidente da Coamo, engenheiro
agrônomo José Aroldo Gallassini. Outros R$ 10 milhões serão aplicados
na complementação das obras de ampliação das indústrias de margarina,
óleo refinado e fiação de algodão. Segundo o presidente da Coamo,
R$ 40 milhões serão investidos na modernização das unidades já existentes,
ampliando as capacidades de recebimento, secagem e armazenagem dos
produtos agrícolas. “A meta é elevar a capacidade de armazenagem
da Coamo para 2,94 milhões de milhões de toneladas”, destacou.
A proposta de novos investimentos, apresentada pela diretoria e
aprovada pelos cooperados, faz parte da filosofia da cooperativa,
que busca estar cada vez mais perto do seu quadro social e ser cada
vez mais competitiva no mercado, além de agregar valores à produção
dos seus cooperados. “Desde a sua fundação, a Coamo é totalmente
voltada para o desenvolvimento dos seus cooperados. A política de
expansão das suas atividades tem resultando em crescimento horizontal
no sentido de acompanhar a migração dos seus cooperados para outras
regiões do país”, informou Dr. Aroldo.
Nova razão
social – Os cooperados também aprovaram a mudança na razão social.
A cooperativa adotou a sua sigla como nome, passando a ser denominada
‘Coamo Agroindustrial Cooperativa’. “O nome Coamo é originário da
sigla da denominação social da cooperativa, instituída por ocasião
de sua fundação, em 28 de novembro de 1970”, lembrou o presidente
da Coamo. A razão social antiga é Cooperativa Agropecuária Mourãoense
Ltda. As alterações estatutárias foram aprovadas pela assembléia,
tendo em vista a diversos aspectos de ordem legal, bem como a adaptação
da cooperativa à nova realidade no cenário empresarial brasileiro.
“Retiramos o vocábulo ‘limitada’ da denominação social como forma
de adequar a cooperativa ao novo Código Civil Brasileiro, que criou
as sociedades cooperativas”, explicou Dr. Aroldo. Ele disse, ainda,
que o nome Coamo é forte e nacionalmente conhecido. “A Coamo também
não é mais uma cooperativa regional, necessitando portanto conferir
à marca uma amplitude nacional e internacional, uma vez que é conhecida
no Brasil e em vários paises”, justificou.
Há muito
tempo, segundo Dr. Aroldo, a Coamo se tornou uma cooperativa altamente
industrializada, deixando de comercializar seus produtos na forma
in-natura, para vendê-los industrializados. “É importante ressaltar
que a nova denominação social da Coamo segue uma tendência de todas
as cooperativas com as mesmas características da nossa”, assegurou.
| Uma marca
de 33 anos
Empresa genuinamente brasileira, nascida no interior, a Coamo
contribui decisivamente para o desenvolvimento de toda uma
região e consolidou a sua vocação de agregar valor à produção
agropecuária. Trinta e três anos depois de fundada (27 de
novembro de 1970), a Coamo comemora eficiência e sucesso ao
lado dos seus 17,7 mil cooperados.
Reconhecida como uma das maiores cooperativas da América Latina
e maior empresa privada do Paraná, a Coamo responde por 3,5%
de toda a produção nacional de grãos e fibras e 16% da safra
paranaense. O segredo de todo o sucesso, segundo o presidente
da Coamo, engenheiro agrônomo José Aroldo Gallassini, está
alicerçado em quatro fatores básicos: a política de capitalização,
a estabilidade administrativa, o apoio incondicional dos cooperados
e a harmonia existente entre a diretoria, cooperados e funcionários.
“Todo o trabalho é voltado para o desenvolvimento do quadro
social, que participa ativamente dos negócios da cooperativa”,
explica. A seriedade e honestidade com que a Coamo é administrada
gera um alto grau de satisfação no quadro social. “A base
de tudo é a confiança e o profissionalismo, de ambas as partes”,
acentua Dr. Aroldo.
Encurtando caminho – Entre as estratégias da Coamo para ganhar
mercado estão projetos para aumentar a produtividade e a renda
dos cooperados e investimentos na agroindustrialização para
agregar maior valor à produção. “Buscamos encurtar o caminho
para que o crescimento econômico do cooperado seja sustentável”,
frisa o presidente da Coamo, ressaltando que a marca Coamo
significa qualidade para os consumidores brasileiros.
“Através da agroindustrialização os cooperados estão sendo
mais valorizados, uma vez que a produção é entregue diretamente
na mesa do consumidor, gerando mais receita e renda”, comemora
Dr. Aroldo.
Para acompanhar as exigências e desafios do mundo moderno,
é fundamental estar sempre de olho no futuro. A receita do
presidente da Coamo é aliar experiência à capacidade de manter-se
sempre voltado para o futuro e para a inovação. Essas, segundo
ele, são condições essenciais para a solução dos problemas.
“O nosso crescimento é contínuo. Investimos para ganhar novos
mercados. A modernização das nossas unidades e o incremento
de novas agroindústrias são provas de que a estratégia é se
fortalecer no mercado e garantir melhores resultados, agregando
maior valor à produção dos nossos cooperados”, acrescenta.
O firme propósito de consolidar cada vez mais os compromissos
com a comunidade, seja ela interna ou externa, tem levado
a Coamo a um caminho cada vez mais sólido de construir uma
cooperativa ajustada e capaz de enfrentar todos os desafios
dos novos tempos.
|
Modernidade na Logomarca
Dentro
de uma realidade moderna, a nova logomarca da Coamo foi concebida
para oferecer uma maior leveza à marca, sem perder a característica
de sobriedade que a cooperativa conquistou durante os anos de sua
existência. A nova logomarca consiste do termo Coamo, cujas características
principais foram preservadas, exceto na junção das letras “A” e
“M”. A simbologia da logomarca é representada por dois pinheiros
estilizados encaixados na parte interna da letra “M”, sobrepondo
a perna direita da letra “A”. As cores do símbolo, em amarelo-ouro
e verde-escuro simbolizam o princípio vital da natureza e a fonte
de energia, transmitindo idéia de integração, conjunto e brasilidade.
Na rota da proteína
A entrada
da Coamo no Mato Grosso do Sul , com a construção dos entrepostos
de Amambaí e Caarapó – aprovados durante as assembléias extraordinárias,
tem dois objetivos como principais: o primeiro é o atendimento ao
quadro social, uma vez que muitos cooperados possuem propriedades
naquela região; e o segundo é a necessidade de ampliação da sua
estrutura de recebimento de grãos para atender, principalmente,
os clientes do mercado europeu. “A soja produzida no Mato Grosso
do Sul tem, em média, um teor de 2% a mais de proteína do que a
produzida no Sul do Brasil. E como o mercado europeu tem grande
interesse nessa proteína, então vamos unir a necessidade dos nossos
cooperados com a recepção de uma soja com um teor mais elevado de
proteína”, ressaltou o presidente da Coamo, engenheiro agrônomo
José Aroldo Gallassini.
As obras
do entreposto de Amambaí terão início imediato, enquanto que a previsão
para a unidade de Caarapó é de iniciar as obras em janeiro de 2004.
Os novos entrepostos terão estrutura completa, com recebimento,
beneficiamento, secagem e armazenamento de grãos, lojas de peças,
farmácia veterinária, armazenagem e distribuição de insumos, atendimento
administrativo e técnico. Os novos entrepostos estarão a cerca de
280 quilômetros da sede da cooperativa, em Campo Mourão.
|