Amambai
implanta unidade experimental TRABALHO
INÉDITO DA COAMO EXPÕE SOLUÇÕES PARA
MANEJO DO SOLO NO MATO GROSSO DO SUL
Onde chega, a Coamo tem por tradição trazer
junto, tecnologia e desenvolvimento na produção agropecuária.
A cada fronteira rompida pela cooperativa, quem ganha é o
cooperado. No Mato Grosso do Sul não está sendo diferente.
A Coamo começou a operar em Amambai (sul do Mato Grosso do
Sul) no início deste ano e os produtores da região
já estão sentido os reflexos do trabalho sério
e competente da cooperativa.
Recentemente,
o entreposto local, em parceria com a Embrapa Agropecuária
Oeste, de Dourados, realizou um dia de campo sobre correção
fosfatada em solos arenosos, com a participação de
mais de cem produtores. O trabalho é inédito na região
e tem como objetivo apresentar soluções para os problemas
de manejo do solo no Mato Grosso do Sul, onde predomina o solo arenoso.
O engenheiro agrônomo Joaquim Mariano Costa, chefe da Fazenda
Experimental da Coamo, em Campo Mourão (centro-oeste do Paraná),
conta que haviam alguns questionamentos técnicos na região.
“A maioria dos solos daquela região contém um
teor de argila muito baixo, na casa de 8 a 10%. Em Campo Mourão,
por exemplo, é comum encontrar até 76% de argila no
solo”, compara. As dúvidas levantadas pelo Detec da
Coamo eram simples, porém necessárias.
Uma delas está relacionada com o uso ou não
do fósforo para correção daqueles solos e a
quantidade da dose a ser utilizada no equilíbrio de cada
talhão. O trabalho também se concentra na própria
utilização do critério de correção,
que é de calcular para cada nível de fósforo
no solo uma quantidade para correção. A fonte de fósforo
a ser utilizada também foi levada em conta, no experimento,
além do forma a ser realizada a incorporação
do elemento no solo.
O trabalho
desenvolvido pela Coamo foi implantado numa área própria
da cooperativa, dentro do entreposto. “É uma espécie
de extensão da nossa Fazenda Experimental naquela região”,
salienta Costa, assegurando que a avaliação de dados
da pesquisa será feita durante quatro anos.
A receptividade dos produtores de Amambai e região foi muito
grande, bem como o entusiasmo em buscar a solução
para as próprias dúvidas, diante do trabalho da equipe
técnica da Coamo na região. No primeiro ano de trabalho
os agricultores já puderam perceber em que estavam acertando
e o que pode ser melhorado. |