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Coamo Agroindustrial Cooperativa | Edição 388 | Outubro de 2009 | Campo Mourão - Paraná

Reconhecimento

Gallassini: O maior mourãoense da história

Presidente da Coamo foi eleito pelo voto da sociedade mourãoense, em iniciativa promovida pelo jornal Tribuna do Interior

O diretor-presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini, foi eleito por um júri de 61 pessoas, representando vários segmentos da sociedade, e mais um voto na internet, a personalidade mais importante para Campo Mourão em todos os tempos. A iniciativa que deu ao presidente da Coamo o título de Maior Mourãoense da História foi do jornal Tribuna do Interior, fazendo parte das comemorações dos seus 41 anos de fundação e também dos 62 anos do município de Campo Mourão, completados no dia 10 de outubro.

VOTAÇÃO ESPONTÂNEA – “Convocamos um seleto júri para indicar a personalidade mais des-tacada na história de Campo Mourão. José Aroldo Gallassini foi eleito pelo voto espontâneo na pesquisa, que reuniu nomes de políticos, ex-prefeitos, ex-vereadores, ex-deputado, médicos, empresários, bispos e professores, entre outros”, explica Dorlly Benthiem Thomé, diretora do jornal Tribuna do Interior.

MOTIVOS – Entre as respostas que justificaram sua escolha, os votantes deram respostas variadas. Algumas delas citaram: “Ele deu projeção nacional e internacional a Campo Mourão”; “Idealizou a maior cooperativa da América Latina”; “É líder, administrador e aglutinador de ide-ias”; “De intocável idoneidade”; “É uma pessoa que luta e está comprometida com as causas sociais”, “É antes de tudo um idealista e visionário”.

PERFIL – Formado em agronomia em 1967, pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), Gallassini é catarinense de Brusque e reside em Campo Mourão há mais de 40 anos. Como recém-formado, prestou concurso e foi aprovado para atuar na extensão rural da Acarpa, atual Emater-PR. Chegou a Campo Mourão em 28 de janeiro de 1968 e no ano seguinte conduziu os primeiros experimentos de trigo. Gallassini também foi um dos responsáveis pela implantação da primeira cultura agrícola mecanizada na região.

COAMO – Como jovem líder e idealista, Gallassini coordenou e participou ativamente das reuniões que culminaram com o surgimento da Coamo, em 28 de novembro de 1970, por 79 fundadores. Foi um sonho que se tornou bela realidade, de ambos os lados, uma vez que a trajetória da cooperativa se confunde com a história de José Aroldo Gallassini, o homem que a idealizou. (Com informações da Tribuna do Interior)

Gallassini é cidadão de Manoel Ribas e Candói

Presidente da Coamo recebeu seu 18º e 19º título de Cidadão Honorário, em sessões solenes das câmaras dos respectivos municípios paranaenses

Outros dois municípios paranaenses outorgaram ao diretor-presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini, o título de Cidadão Honorário: Manoel Ribas, na região Central, e Candói, no Centro-Sul do Estado. Os títulos, o 18º e o 19º já recebidos por Gallassini, a exemplo dos anteriores, são reconhecimentos das comunidades à contribuição do líder cooperativista no desenvolvimento das regiões onde a Coamo está inserida. A entrega dos títulos aconteceu em sessões solenes das câmaras municipais, no dia 30 de setembro, em Manoel Ribas, e no dia 22 de outubro em Candói.

Em Manoel Ribas, a honraria foi proposta em projeto de autoria do ex-vereador Moacir Comunello e aprovada por unanimidade da Câmara Municipal. Comunello, disse que foi uma grande satisfação para a comunidade manoelribense em prestar a homenagem a Gallassini. “É um mérito a uma pessoa que vem ajudando no crescimento e valorização de Manoel Ribas e região, gerando empregos e tributos”, destacou.

O prefeito Valentin Darcin revelou que a chegada da Coamo em Manoel Ribas foi muito importante para o desenvolvimento do município. “Trouxe segurança, estabilidade e evolução para os produtores associados. Com a Coamo o agricultor planta, deposita o seu produto, vende na hora que quiser e tem o dinheiro na mão”, comemorou.

Gallassini lembrou que o início das atividades da Coamo em Manoel Ribas aconteceu em 03 de julho de 1986, com estruturas operacionais e administrativas, em época que, no campo as produtividades eram baixas em função da acidez e fertilidade do solo. “Implantamos a filosofia de trabalho, assistência técnica de qualidade com agrônomos treinados e disponibilização de ferramentas aos cooperados como financiamento de suas lavouras, insumos de qualidade, financiamento e aplicação de calcário para que pudesse melhorar sua renda e, consequentemente, todo este trabalho resultou na melhoria da qualidade de vida e na transformação da região”, afirmou.

CANDÓI – Com 19 anos de existência, o município de Candói entregou o título de cidadania honorária a o presidente da Coamo por intermédio da preposição do vereador Valmir Czarnieski. Foi o terceiro título de Cidadão Honorário da história de Candói. “E mais do que merecido, pois ficamos honrados em ter o doutor Aroldo como cidadão do nosso município. Ele é um líder que administra com seriedade e transparência, colabora para o crescimento do Paraná e o fortalecimento de todos nós agricultores”, ressaltou Czarnieski.

Também emocionado, o prefeito Elias Farah Neto disse que a população candoiana recebeu Gallassini de braços abertos. “A partir de hoje Candói não será mais a mesma. Estamos honrados de termos o doutor Aroldo Gallassini como membro da nossa família”, valorizou. Na opinião de Farah Neto, “só ganha título quem merece e quem faz. “Galassini merece esta honraria, porque é uma pessoa humilde que venceu na vida; lidera líderes e já fez muito pelos nossos agricultores e nosso município”.

O presidente da Coamo agradeceu e destacou o desenvolvimento propiciado com a chegada da Coamo a região, em 1999. “É difícil conter a emoção ao ser contemplado com uma horária como esta. No entanto, faço questão de compartilhar este título com os meus companheiros de diretoria, cooperados e funcionários a homenagem que agora recebo com grande honra e satisfação”, estendeu. E concluiu: “como sempre tenho dito, nascer cidadão é força do destino, porém, tornar-se cidadão de um município é força da vontade de seu povo; daí a responsabilidade de quem concede e muito mais de quem recebe, pois que não pode jamais trair a confiança que lhe foi depositada”.