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Seguro Cosesp: Governo libera metade das indenizações Até o final de novembro, companhia de seguros deve repassar aos produtores rurais R$ 34,8 milhões Após uma longa demora para liberar os recursos provenientes ao seguro Cosesp, finalmente o Governo Federal, através do Decreto 3.957, de 8 de outubro, irá repassar para a Companhia de Seguros de São Paulo (Cosesp), metade dos 71 milhões de reais aprovados pela lei 10.252 em junho deste ano. O Governo Federal irá disponibilizar até o final de outubro a quantia de 11 milhões e 600 mil reais e até o final de novembro 23 milhões e 200 mil reais milhões de reais para que a companhia de seguros repasse para os produtores. A expectativa para a liberação da outra metade referente ao seguro Cosesp é que saia até o final de novembro um novo decreto definindo a liberação dos outros 35 milhões de reais para o pagamento até o mês de dezembro. O deputado federal Moacir Micheletto (PMDB-PR), que incluiu no orçamento deste ano a aprovação da Lei 10.252 no Congresso Nacional, que autoriza o poder executivo destinar 71 milhões de reais a Cosesp, disse, que já estava mais do que na hora de sair o pagamento do seguro aos produtores. Porém, até o fechamento desta edição, anda faltava a assinatura da portaria do Ministério da Fazenda autorizando o pagamento do Fundo de Estabilidade do Seguro Rural (FESR). O cronograma e a trajetória dos recursos será o seguinte, antes de se chegar aos produtores: o dinheiro será repassado ao FESR, que por sua vez repassará ao Instituto de Resseguros do Brasil (IRB). A partir daí o IRB irá sacar os recursos do fundo e aí sim repassar a Cosesp e aos produtores. Desde o início, a diretoria da Coamo esteve mobilizada na defesa dos interesse dos seus cooperados, buscando junto às autoridades competentes a liberação emergencial dos pagamentos. No dia 17 de outubro, a diretoria da Coamo encaminhou correspondência ao presidente FHC, senadores e deputados pedindo urgência na liberação das indenizações e no dia seguinte (18), esteve em Brasília reinvindicando diretamente junto a senadores e deputados. "Depois de mais de um ano de espera, finalmente recebemos esta boa notícia. Foi um esforço conjunto que teve o envolvimento e partiicpação direta da Ocepar, FAEP, senadores e deputados", comemora o presidente da Coamo, engenheiro agrônomo José Aroldo Gallassini.
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Visitas
Rotary - Durante passagem por Campo Mourão, o governador do Distrito 4630 do Roraty International, Rogério José
Lorenzetti, fez questão de visitar a Coamo. Na foto (da esquerda para a direita), Dr. Ricardo Accioly Calderari e Antonio Granado Martinez, diretor secretário e superintendente Operacional da Coamo; Rui Antonio Cruz, membro do Roraty Campo Mourão; Antonio Cardoso Garcia, assessor de Comercialização da Coamo; Ademar Batista de Mello, Luciano Andrade Aires, membros do Roraty Campo Mourão; José Marin, gerente de Engenharia e Manutenção da Coamo; Edson Francisco Cardoso, membro do Rotary Campo Mourão; Rogério José
Lorenzetti, governador do Rotary; e Iran Roberto Brezezinski, membro do Rotary Campo Mourão.
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Agronotas Barberini na ACI - Roberto Rodrigues entregou, ao italiano Ivano Barberini, o cargo de presidente da Associação Cooperativista Internacional (ACI), maior organização não-governamental do planeta, com sede em Genebra, na Suíça, presença em 102 países e 800 milhões de sócios individuais. O brasileiro, nos quatro anos em que esteve no comando da entidade, trabalhou em diversas frentes. Reformou, por exemplo, a estrutura centenária da organização e mudou conceitualmente suas diretrizes, disseminando a sua tese da "Segunda Onda do Cooperativismo". A tese poderá tornar-se um importante instrumento contra a concentração de riquezas e a exclusão social. Algodão colorido - A Embrapa está ampliando o seu projeto de desenvolvimento de variedades de algodão colorido, iniciado há 10 anos. A pesquisa trabalha, atualmente, para viabilizar o algodão verde, um produto que poderá ter um diferencial no preço, para o produtor, de até 30% em relação ao algodão convencional. Transporte de suínos - A Embrapa está desenvolvendo um conjunto de sete equipamentos que podem mudar o manejo de pré-abate e o transporte de suínos. A meta é reduzir as perdas originadas pelas falhas que ocorrem em propriedades e indústrias. O Brasil, segundo a Embrapa, perde até 4% da produção de suínos em virtude de erros no manejo de pré-abate. Vacina contra brucelose - Todas as fêmeas de bovinos e bubalinos entre três e oito meses de vida terão que ser vacinadas contra a brucelose a partir de 2002. Resolução instituindo a obrigatoriedade da vacinação já foi assinada pelo secretário da Agricultura do Paraná, Antonio Poloni. |