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10/08/2018
AGRONEGÓCIO
Obras nas indústrias da Coamo em Dourados chegam a 20% do cronograma e tem 1.200 trabalhadores

Quem passa pela rodovia às margens da BR-163, entre Dourados e Caarapó, já percebe a evolução nas obras das indústrias de processamento de soja e refinaria de óleo de soja da Coamo Agroindustrial Cooperativa.

O cronograma das obras está dentro da normalidade, atinge 20% do total e conta atualmente com 1.200 trabalhadores das diversas empreiteiras contratadas para a execução dos serviços. “Mas este número de mão de obra deverá ser em breve em torno de 2.500 trabalhadores, conforme a evolução do cronograma. A entrada em operação das novas indústrias está prevista para agosto do próximo ano, mas já verificamos que o empreendimento da Coamo já vem impulsionando a economia da região de Dourados, no Mato Grosso do Sul”, informa o engenheiro Emerson Abrahão Mansano, gerente da Indústria de óleo da Coamo em Dourados.

Segundo Mansano, a fase atual das obras está na execução das obras civis com os trabalhos de terraplanagem,  estruturas metálicas, montagem mecânica e dos equipamentos, finalização das estacas, fabricação de pré-moldados na própria área industrial, concretagem nos blocos e lajes,  e colocação dos pilares nos prédios principais.  

A diretoria da Coamo está acompanhando com regularidade a evolução das obras neste grande empreendimento da cooperativa no Mato Grosso do Sul.  Esta semana, o vice-presidente Claudio Rizzatto e os superintendentes Industrial, Divaldo Correa, de Logística e Operações, Airton Galinari, estiveram acompanhando o estágio das obras nas novas indústrias da Coamo.

Capacidade - O novo empreendimento da Coamo constará de uma indústria de processamento de soja para 3.000 toneladas de soja/dia, produção de farelo e óleo, e uma refinaria para 720 toneladas/dia de óleo de soja refinado, equivalente a 16 milhões de sacas de soja /ano.

Investimento - A Coamo está investindo R$ 650 milhões nas duas plantas. “O resultado deste investimento será a ampliação da capacidade diária de processamento de soja da cooperativa das atuais 5.000 para 8.000 toneladas/dia, o que equivale a 40 milhões de sacas/ano, e a capacidade de refino das 660 toneladas/dia para 1.380 toneladas de óleo de soja refinado/dia”, informas Divaldo Correa, superintendente Industrial da cooperativa.

Volumes – Para o presidente da Coamo, engenheiro agrônomo José Aroldo Gallassini, a construção das novas indústrias e a escolha da região de Dourados vem ao encontro do planejamento estratégico da cooperativa. “O volume de soja recebido pela Coamo no Mato Grosso do Sul comporta perfeitamente a instalação de uma moderna indústria esmagadora de soja e uma refinaria de óleo de soja em Dourados, promovendo redução de custo com o transporte do produto já industrializado.”

Novo mercado - Segundo Gallassini, a implantação da refinaria de óleo de soja permitirá também a comercialização dos Alimentos Coamo diretamente para as regiões Centro-Oeste e Sudeste do país. “Desta forma, não haverá o passeio do produto para ser industrializado no Paraná e voltando depois para essas regiões.”

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